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ONU admite excluir do Conselho de Direitos Humanos países que cometam abusos

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/09/2017 Administrator

O Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos pediu hoje em Genebra a exclusão do organismo de todos os Estados que cometam "atrozes violações" das liberdades fundamentais.

"Quero exortar o presidente (Joaquín Alexander Maza Martelli, presidente de São Salvador) e os países membros a empenharem-se numa voz mais forte, mais unida em assuntos internacionais, em nome dos direitos humanos", disse Zeid Ra'ad al Hussein, na 36.ª sessão do Conselho de Direitos Humanos, que decorre em Genebra.

"Sugiro também para que se considere a necessidade de excluir deste órgão (Conselho de Direitos Humanos da ONU) os estados implicados nas violações mais atrozes dos direitos humanos", sublinhou o diplomata jordano.

Zeid referiu-se à "falta de consistência" quando encaram compromissos sobre direitos humanos.

"Os governos não ficam preocupados quando protegem os direitos humanos noutros lugares do mundo só para se protegerem a si mesmos como atores globais, enquanto em casa negam abertamente as liberdades aos seus próprios cidadãos. Não reconhecem a hipocrisia", interrogou o alto comissário.

Zeid perguntou também se "os governos" que "intimidam, perseguem e exercem represálias" contra os defensores dos direitos humanos e organizações não governamentais "não se dão conta" de que autorizam políticas que "apenas confirmam" a opressão e a injustiça que exercem nos próprios países.

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