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ONU apela à renúncia do uso da força na Venezuela

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/07/2017 Administrator

O Alto Comissariado da ONU para os Direitos Humanos apelou hoje a todos os venezuelanos para que renunciem ao uso da violência como método para expressarem as suas opiniões ou se oporem aos que pensam de maneira diferente.

"Fazemos um apelo ao povo da Venezuela para que apenas use métodos pacíficos para se fazer ouvir e instamos todas as partes a que renunciem à violência e ao acossamento dos opositores", afirmou o comissariado das Nações Unidas à agência espanhola Efe.

Pelo menos 13 pessoas ficaram feridas esta quarta-feira na sequência de um ataque ao Parlamento venezuelano, em Caracas, por civis armados afetos ao regime. Cinco deputados, trabalhadores e jornalistas figuram entre os feridos resultantes do ataque, que ocorreu durante uma sessão especial comemorativa do 206.º aniversário do Dia da Independência.

O ataque foi precedido por uma visita do vice-presidente da Venezuela, Tarek El Aissami, que, conjuntamente com vários membros do Governo venezuelano, e cerca de 300 apoiantes, entrou no parlamento para realizar um ato no salão Elíptico, onde está a ata da Independência da Venezuela.

A visita de El Aissami foi feita sem informação prévia à mesa da Assembleia Nacional, onde a oposição é maioritária.

À saída as portas do parlamento ficaram abertas permitindo a entrada dos 'coletivos' [denominação por que são conhecidos os grupos de civis armados afetos ao regime] que lançaram engenhos explosivos e ameaçando sequestrar os deputados.

O secretário-geral do Partido Popular Europeu, o eurodeputado Antonio López-Istúriz, pediu hoje aos 28 países da União Europeia que aprovem sanções contra o Governo venezuelano de Nicolás Maduro, em resposta ao incidente.

"Talvez seja já altura de pedir sanções contra o regime venezuelano para que saibam de uma vez por todas que no Parlamento Europeu defendemos a democracia e a liberdade", disse o eurodeputado do PPE no plenário.

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