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ONU está desinformada sobre corrupção no Brasil - embaixadora

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/09/2017 Administrator

O Brasil disse hoje que o Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos "está desinformado" sobre o andamento dos casos de corrupção investigados no país e sobre a luta do Governo contra esse flagelo.

"Não podemos deixar a desinformação levar-nos a conclusões falsas", afirmou a embaixadora do Brasil em Genebra, Maria Nazaré Farani Azevêdo, em resposta a um comentário sobre a corrupção em seu país feito pelo Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Zeid Ra'ad Al Hussein.

"Não estamos de acordo com o comentário precipitado, injustificado e injusto sobre o Brasil", acrescentou Maria Nazaré Farani Azevêdo.

Zeid Ra'ad al Hussein havia dito que "os recentes escândalos, incluindo acusações muito graves contra altos funcionários no Brasil e nas Honduras, revelaram quão profundamente enraizada a corrupção é em todos os níveis de governança em muitos países das Américas, muitas vezes ligada ao crime organizado e o tráfico de drogas".

A menção aconteceu na abertura dos trabalhos do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, em Genebra, na última segunda-feira.

O responsável pelos Direitos Humanos das Nações Unidas também declarou que "a corrupção viola os direitos de milhões de pessoas ao redor do mundo roubando-os do que deve ser de propriedade comum e privando-os de direitos fundamentais como saúde e educação ou igual acesso à Justiça".

Além disso, recordou o alto-comissário, a corrupção mina as instituições democráticas e corrompe a confiança pública.

Zeid Ra'ad al Hussein acrescentou que o progresso na busca e perseguição da corrupção em altos níveis de Governo "é essencial" para respeitar os direitos dos cidadãos que precisam saber que a justiça é feita.

Após responder à menção feita ao seu país, a embaixadora reafirmou que o Brasil "está seriamente envolvido na luta contra a corrupção, o que evidencia, para todos, o compromisso com a justiça, a lei e a ordem, bem como a força das instituições democráticas e ordem constitucional".

No Brasil, os escândalos de corrupção atingiram os mais altos representantes políticos e do setor empresarial, envolvendo figuras proeminentes como os ex-presidentes Dilma Rousseff e Luiz Inácio Lula da Silva, bem como pessoas próximas do atual Presidente, Michel Temer.

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