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Orquestra de Câmara de Almada abre ciclo no Convento dos Capuchos

Logótipo de O Jogo O Jogo 22/07/2017 Administrator

O VII Ciclo de Música no Convento dos Capuchos, nos arredores de Almada, sob o mote "Barroco, Sedução e Exclusão", abre hoje com a Orquestra de Câmara de Almada, sob a direção do maestro Jan Wierzba.

O programa do concerto da Orquestra de Câmara de Almada, no Pasmatório do concento capuchinho, às 21:30, é constituído pela suite n.º1 de "Water Music", de Georg Friedrich Handel, e a suite "Pulcinella", de Igor Stravinsky.

Os concertos, com entrada livre, realizam-se aos sábados, sempre às 21:30, e, ao de hoje, sucede-se o de dia 29, no auditório do convento, protagonizado pela formação de câmara da Orquestra Filarmónica Portuguesa, sob a direção de Osvaldo Ferreira, em que serão interpretadas peças de Johann Sebastian Bach, Ottorino Respighi, Antonio Vivaldi e Carl Philipp Emmanuel Bach.

No texto que acompanha o programa, Margarida Rebocho, responsável pela programação do ciclo, afirma: "Cada vez mais se entende o barroco como uma construção histórica abrangente, de dimensão artística, social e política, onde se formularam novos modos de entender o mundo, o Homem e Deus. Mais do que um 'conceito de estilo', o barroco é um 'conceito de época', apenas pelo simples facto de não ser repetível no tempo".

O Americantiga Ensemble e a 33 Ânimos Companhia Teatral protagonizam o terceiro concerto que evoca os 300 anos da criação, pelo papa Clemete XI, do Patriarcado de Lisboa, e os 200 anos da morte da rainha D. Maria I, a primeira monarca europeia que morreu em solo sul-americano, e que, atualmente, se encontra sepultada na Basílica da Estrela, em Lisboa.

O concerto intitula-se "Música para a Rainha de Portugal e Brasil - D. Maria I, barroco português e quadros teatrais", e tem lugar na igreja conventual, no dia 05 de agosto, sob as direções cénica de Ricardo Cabaça, e musical de Ricardo Bernardes.

O concerto é interpretado pelos cantores líricos Sara Afonso (soprano), António Menezes (alto), Ricardo Bernardes (tenor), Pedro Morgado (baixo), e os instrumentistas Rui Araújo (teorba), Mélodie Michel (fagote barroco), Marta Vicente (contrabaixo) e Sérgio Silva (órgão).

A atriz Elisabete Pedreira personifica D. Maria I, e Victor Yovani, o seu confessor, D. Frei Inácio de S. Caetano, arcebispo de Tessalónica.

O último concerto, no dia 12 de agosto, é nos claustros do convento, sob a direção do maestro Armando Possante, e será interpretado o "Díptico Mariano", de Eurico Carrapatoso, pelo grupo vocal Olisipo, acompanhado pelo ensemble Olisipo, sendo solista a soprano Angélica Neto.

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