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PAN e PCP querem prorrogação além dos quatro anos da licença para assistência a crianças com cancro

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/10/2017 Administrator

O PAN e o PCP defenderam hoje no Parlamento que a licença para assistência a filho com cancro pediátrico possa ser prorrogada além dos quatro anos, desde que a doença da criança assim o justifique.

Também o CDS/PP e o PSD apresentaram projetos que visam promover maior apoio e proteção aos menores portadores de doença oncológica e aos seus cuidadores e/ou famílias.

Ao apresentar o projeto-lei do PAN para reforçar a proteção social e laboral dos pais num quadro de assistência ao filho com doença oncológica, o deputado André Silva referiu que todos os anos são diagnosticados 400 novos casos de cancro pediátrico.

O projeto-lei do PAN pretende ainda que a concessão de subsídio para assistência ao filho com doença crónica possa também ser prorrogada para além dos quatro anos, desde que a mesma persista ou apresente recidiva que justifique a prorrogação.

Mais professores para o apoio ao domicílio às crianças com cancro e melhores cuidados em fim de vida foram outras medidas propostas por André Silva.

Carla Cruz (PCP) mostrou-se também favorável à prorrogação do período de licença para assistência às crianças com esta doença, observando que o cancro pediátrico é a segunda causa de morte nos jovens até aos 18 anos, a seguir aos acidentes.

A necessidade de haver um diagnóstico precoce desta doença e serem disponibilizados novos medicamentos, bem como cuidados de saúde primários e hospitalares, foram outras das sugestões da deputada comunista, que pediu ainda a renovação do equipamento utilizado no tratamento oncológico.

Isabel Galriça Neto (CDS/PP) referiu, por seu turno, que todos os anos surgem 400 a 450 novos casos de cancro pediátrico e que esta doença é a principal causa de morte de crianças com mais de um ano.

"Há ainda muito que fazer", disse a deputada do PP, exigindo medidas "concretas e relevantes", pois o atual "apoio do Estado é insuficiente".

Mais apoio escolar, ensino à distância e apoio nos cuidados paliativos foram outros caminhos apontados por Isabel Galriça Neto, para quem é "urgente" dar resposta aos problemas destas crianças e das suas famílias.

Luís Vales (PSD) manifestou também a preocupação do seu grupo parlamentar com a "realidade tremenda" do cancro pediátrico, considerando que "nunca serão demais" os apoios do Estado a estas crianças e seus cuidadores.

A humanização das condições de acolhimento destas crianças e a aprovação do Estatuto do Cuidador foram outras das medidas avançadas pelo deputado social-democrata.

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