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Parque Biológico de Gaia assinala 3 milhões de visitantes com novo projeto

Logótipo de O Jogo O Jogo 04/09/2017 Administrator

Os três primeiros milhões "dos muitos milhões que o Parque Biológico de Gaia há de ter" foram hoje assinalados com a assinatura de um protocolo que visa a criação de um espaço de divulgação de cultura científica e tecnológica.

"É um trabalho que não se esgota na assinatura de um protocolo, mas é um trabalho que se não ficar contratualizado, ora na subscrição do Pacto de Milão sobre Política de Alimentação Urbana [a que o município de Gaia adere este mês], ora neste memorando de entendimento com a Ciência Viva, nunca nos dará a responsabilidade de assumirmos aquilo que assinamos e avançarmos em frente", disse o presidente da Câmara de Vila Nova de Gaia.

O memorando visa o compromisso das partes em operacionalizar os mecanismos de avaliação que permitam, dentro de 18 meses, estruturar um projeto de criação no Parque Biológico de Gaia de um espaço de divulgação de cultura científica e tecnológica, inspirada nos modelos das Redes de Centros Ciência Viva e de Escolas Ciência Viva.

O protocolo foi assinado pelo presidente da autarquia, Eduardo Vítor Rodrigues, e pela presidente da Ciência Viva -- Agência Nacional para a Cultura Científica e tecnológica, Rosália Vargas, simbolicamente considerada a visitante "três milhões".

O Parque Biológico de Vila Nova de Gaia, primeiro centro permanente de educação ambiental do país, consiste numa área agroflorestal do concelho, com 35 hectares, onde vivem, em estado selvagem centenas de espécies de animais e plantas.

Concluído no final de 1983, o Parque Biológico de Gaia esteve durante vários anos sob a responsabilidade "financeira e jurisdicional" da empresa municipal Águas de Gaia e só a partir de 2015, por decisão do atual presidente da autarquia, se iniciou um processo de reintegração no município, abandonando o estatuto de empresa municipal.

Eduardo Vítor Rodrigues lembrou que "as Águas de Gaia cumpriram um papel muito importante, quando a autarquia se tentou desresponsabilizar de tudo aquilo que era importante do ponto de vista da comunidade, mas que trazia alguns custos, e tentou encontrar barrigas de aluguer para esses custos serem mais dissimulados. Durante esse tempo, as Águas de Gaia aguentaram com as despesas".

"Se estamos aqui foi graças a este esforço das Águas de Gaia. Hoje, o Parque Biológico voltou à Câmara Municipal, porque conceptualmente ele tem de estar na Câmara e para permitir que as Águas de Gaia não seguissem o caminho da empresa municipal Gaianima", entretanto extinta devido a resultados operacionais negativos, afirmou o autarca.

O autarca considerou que "os parques hoje não são museus ao ar livre, essa geração de parques está ultrapassada, hoje são espaços de usufruto, de vivências de aprendizagens e espaços de partilha".

"E nos temos esta vontade de adaptá-lo aos novos tempos e dar-lhe novas funções, que aqui tem muito que ver com a relação com a escola, com os alunos, com os professores e com aquilo que temos para oferecer enquanto instrumento pedagógico", acrescentou.

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