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Parque de Recuperação de Materiais de Santa Maria da Feira com 60% de lotes vendidos

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/07/2017 Administrator

O Parque Empresarial de Recuperação de Materiais (PERM), em Santa Maria da Feira, já tem vendidos 60% dos seus 432.000 metros quadrados, revelou hoje Emídio Sousa, que preside à câmara e também ao conselho de administração dessa infraestrutura.

Instalada na freguesia de Pigeiros, aquela zona industrial é detida em 51% por cinco das autarquias da Associação de Municípios das Terras de Santa Maria e em 49% pelo consórcio privado ABB, destinando-se sobretudo às empresas do ramo automóvel e de comercialização de veículos em fim de vida, que operavam em meio urbano antes de a legislação o impedir.

"Temos mais de 60% da área dos lotes vendida e quase 50% desse espaço é para sucatas", avalia Emídio Sousa.

A generalidade das empresas do ramo automóvel que logo em 2012 adquiriu lotes no PERM ainda não arrancou, contudo, com a construção das respetivas instalações, o que o autarca atribui à conjuntura específica desse setor de atividade.

"A variação dos preços no mercado travou alguns investimentos, mas nós já perguntámos a estes proprietários se querem vender os terrenos outra vez e eles dizem que só estão a fazer um compasso de espera", realça o autarca

Entretanto, restam ao PERM 64.000 metros quadrados por vender e, desses, 52.000 só estão disponíveis devido a "um contratempo" com o grupo de colchoaria espanhol Flex, que, já em fase de contrato-promessa de compra e venda, desistiu da aquisição do lote para onde se propunha deslocalizar a produção de duas das unidades que detém em Portugal e Espanha.

Emídio Sousa admite, no entanto, que já está em negociações com uma outra multinacional para aquisição desses terrenos, pelo que acredita "que isto se vai resolver a curto prazo".

Quanto aos lotes efetivamente ocupados nesta fase, dois já têm empresas em laboração, um está pronto a arrancar com a sua atividade, três acolhem obras de construção e sete aguardam análise municipal para avaliação técnica do projeto e devido licenciamento.

Dessa distribuição constam não apenas unidades ligadas ao setor automóvel, mas também empresas de transformação de madeiras, fornecimento de betão, reciclagem de papel, produção de colchões, fabrico de calçado e criação de produtos em cortiça.

"A curto prazo teremos aqui um espaço com uma dinâmica muito, muito grande", antecipa Emídio Sousa no interior do centro de acolhimento do PERM, edifício também a ser ultimado para futuramente acolher serviços de interesse comum às empresas instaladas na envolvente, como salas de reuniões e um restaurante.

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