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Paulo Futre: "Pinto da Costa é um génio"

Sportinveste 06/06/2014 Fonte: Sportinveste Multimédia

Paulo Futre concedeu uma entrevista a um site espanhol, recordou a polémica saída do Sporting, a passagem pelo FC Porto e enumera os presidentes que o marcaram mais.

A saída do Sporting: "Foi tremendo, a bomba daquele verão de 1984. Tinha 18 anos e foi a primeira vez que senti realmente o que era a pressão e a rivalidade. Recordo-me que estive seis meses sem poder ir a Lisboa porque os adeptos do Sporting queriam matar-me. Porquê? Era o menino bonito e fui embora. Tinham muitas esperanças depositadas em mim e o amor transformou-se em ódio. Fui em Julho para o Porto e até ao Natal não pude voltar a Lisboa. E tinha guarda-costas! [risos].

As épocas no FC Porto: "Foram três anos incríveis e a cereja no topo do bolo foi a Taça dos Campeões, um feito histórico para o clube e quase para o futebol português, ainda que antes já o Benfica de Eusébio tivesse ganho em 1961 e 1962. Não éramos favoritos, os favoritos eram os alemães. Ninguém dava nada por nós, mas fomos capazes de surpreender o mundo e ganhar a Champions. Foi histórico, único e inesquecível. Entrei para a história de um grande clube como é o FC Porto".

Os presidentes marcantes na carreira: "Primeiro foi Pinto da Costa, que era o número um. Leva 32 anos no FC Porto, uma barbaridade. É o presidente com mais títulos no mundo, duas Ligas dos Campeões, 20 campeonatos... um homem muito inteligente. Foi uma pessoa muito importante na minha carreira, o meu pai desportivo. Depois Gil y Gil, a seguir Bernard Tapie e Berlusconi, que eram também incríveis. Cada um com o seu estilo, quatro génios".

Fonte: O Jogo

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