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Paulo Sérgio na Indonésia: "O trânsito até dá dores de cabeça"

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/05/2017 Alcides Freire

Formado no Sporting, o avançado português tem jogado como dez e já ganhou o reconhecimento dos adeptos, que gritam o seu nome. O maior problema tem sido mesmo o trânsito caótico na Indonésia

Paulo Sérgio está na Indonésia há menos de um mês e, em quatro desafios pelo Bhayangkara, tem três assistências. A saída do Brunei DPMM, onde cumpria a terceira temporada e era a principal referência da equipa, foi repentina, mas o experiente avançado português não hesitou ao ser eleito como "marquee player", uma regra que passou a vigorar esta temporada na liga indonésia e obriga os clubes a terem uma "estrela" definida pelo passado como jogador. "Fui atraído pela liga, que é muito mais competitiva. A equipa estava a precisar de um "marquee player" e entraram em contacto comigo", afirma Paulo Sérgio a O JOGO.

Aos 33 anos, o atacante formado no Sporting está a adaptar-se a uma nova realidade e posição no campo. "Tenho jogado a número dez e sinto-me bastante bem", admite Paulo Sérgio, responsável pela marcação das bolas paradas. "Só não marco os pontapés de baliza", brinca o ex-internacional sub-21 português, que não precisou de muito tempo para sentir o carinho dos adeptos. "Eles gritam o meu nome", conta Paulo Sérgio, que tenciona ajudar o clube a terminar o campeonato entre os cinco primeiros, superando o melhor registo, que é um oitavo lugar. "Temos jogadores com muita qualidade e acredito que podemos fazer melhor que isso", perspetiva.

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Para já, à sétima jornada, o Bhayangkara é sétimo, a quatro pontos da liderança. "Aqui, as equipas são muito competitivas e facilmente podemos defrontar o último e perder", comenta.

Além da língua - Paulo Sérgio está a aprender bahasa -, a principal dificuldade de adaptação prende-se com o trânsito caótico. "É uma realidade muito diferente da Europa, há muita confusão e, para chegarmos ao treino, precisamos de pelo menos uma hora a hora e meia - até dá dores de cabeça. A equipa é de Surabaya e mudou-se para Jacarta, e andamos a treinar em campo emprestado. Então tenho de acordar às seis da manhã, para sair às sete e começar a treinar pelas 8h00/8h30", explica.

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