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PCP/Açores volta a propor aumento de 5% para 7,5% do acréscimo regional ao salário mínimo

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/07/2017 Administrator

O PCP/Açores voltou hoje a propor o aumento do acréscimo regional ao salário mínimo no arquipélago, de 5% para 7,5%, como forma de estimular o consumo e combater os custos da insularidade.

A iniciativa legislativa foi apresentada em conferência de imprensa, na sede do parlamento dos Açores, na ilha do Faial, pelo deputado único do PCP, João Paulo Corvelo, que considerou este aumento um "imperativo de justiça social".

"Não se trata de uma proposta megalómana. Julgamos que é possível, é racional, é útil e é urgente avançarmos com este aumento", justificou o parlamentar comunista, para quem esta proposta será também um importante "estímulo ao consumo interno" na região.

A proposta do PCP/Açores dará entrada na Assembleia Legislativa Regional e seguirá os seus trâmites normais, sendo analisada em comissão parlamentar competente, e depois apreciada e votada em plenário, onde o PS, que tem maioria absoluta, poderá chumbá-la, como já fez no passado com iniciativas semelhantes, da autoria do PCP.

"Acreditamos que, desta vez, o PS e o Governo vão aprovar esta iniciativa", admitiu João Paulo Corvelo, que não esclareceu, no entanto, se já chegou a fazer algum contacto prévio com os deputados da maioria socialista, no sentido de tentar garantir a aprovação da proposta.

"Os nossos contactos são com as populações", garantiu o deputado comunista.

Caso a proposta do PCP venha a ser aprovada, o salário mínimo nos Açores passará de 584,85 euros/mensais para 598,78 euros, ou seja mais cerca de 14 euros mensais.

Nos Açores, já existe um acréscimo de 5% sobre o salário mínimo nacional, percentagem que os comunistas pretendem aumentar para 7,5% (mais 2,5%), com efeitos a partir de 1 de janeiro de 2018.

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