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PCP atribui crescimento ao aumento dos rendimentos dos trabalhadores mas pede cautela

Logótipo de O Jogo O Jogo 31/08/2017 Administrator

O PCP defendeu hoje que o crescimento económico é fruto do aumento do consumo interno e dos rendimentos dos trabalhadores, ressalvando que é preciso cautela e investimento na produção nacional.

"Este crescimento resulta do aumento do consumo interno e do reforço dos salários dos trabalhadores do nosso país e resulta também da criação de emprego e redução de desemprego, muito embora o desemprego real ainda esteja num nível muito elevado", defendeu a vice-presidente da bancada do PCP Paula Santos.

Para a deputada e dirigente comunista, é preciso "olhar para estes dados com a cautela necessária", porque se referem a um "PIB equiparado ao de há 12 anos": "Partimos de um nível muito baixo".

"É fundamental o apoio e investimento na produção nacional, para dar resposta ao consumo interno e reduzir importações", argumentou.

Paula Santos salientou ainda a necessidade de se tomarem "opções políticas que libertem o país dos constrangimentos da dívida, permitindo ao país ter os recursos necessários para apostar na economia".

A economia portuguesa cresceu 2,9% no segundo trimestre deste ano em termos homólogos e 0,3% face ao trimestre anterior, de acordo com os números hoje divulgados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE).

Nas contas nacionais trimestrais relativas ao segundo trimestre deste ano, o INE reviu em alta o cálculo do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) da economia portuguesa face à estimativa rápida que tinha divulgado em 14 de agosto.

Nessa altura, o INE tinha estimado provisoriamente um crescimento de 2,8% entre abril e julho em relação ao mesmo trimestre de 2016 e de 0,2% em relação ao primeiro trimestre deste ano.

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