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PCP pede intervenção do Governo contra "restrições à greve" na Petrogal

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/07/2017 Administrator

O PCP solidarizou-se com os trabalhadores da Petrogal, que hoje começaram uma greve de cinco dias, e pediram a intervenção do Governo contra alegadas "restrições ao direito à greve" nas refinarias da empresa.

Os comunistas alertam, em comunicado, que os trabalhadores estão a cumprir "serviços mínimos técnicos" que, "na prática, são a imposição de serviços máximos", além dos estipulados no pré-aviso de greve.

O Ministério do Trabalho e da Segurança Social, acusa o PCP, impôs serviços mínimos que não se limitam "ao abastecimento de combustível para situações de emergência ligadas à saúde", por exemplo, juntando-lhe, desta vez, a obrigatoriedade de fornecer os aeroportos.

"O que se exige do Governo é não só pôr termo a restrições ao direito à greve como contribuir de forma ativa para que os direitos dos trabalhadores sejam salvaguardados, nomeadamente o direito à contratação coletiva, neste setor estratégico", lê-se no comunicado do gabinete de imprensa do PCP.

Dados avançados por responsáveis do Sindicato da Indústria e Comércio Petrolífero (SICOP) ao final da manhã indicavam que a adesão à greve da Petrogal em Matosinhos é de 80% e na refinaria de Sines varia entre 50% e 100%.

Os trabalhadores da Petrogal estão em greve desde as 00:00 de hoje até às 06:00 de segunda-feira em "defesa da contratação coletiva" e pela "aplicação de direitos que estão a ser postos em causa pela administração".

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