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PCP questiona Governo sobre medidas para garantir urgência de obstetrícia em Beja

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/09/2017 Administrator

O PCP questionou o Governo sobre que medidas estão a ser tomadas para garantir o número suficiente de obstetras para o funcionamento regular e "sem qualquer sobressalto" da urgência de obstetrícia e ginecologia do hospital de Beja.

O deputado do PCP por Beja, João Ramos, questionou o Ministério da Saúde após a Unidade Local de Saúde do Baixo Alentejo (ULSBA) ter tido "dificuldade" em escalar o número suficiente de obstetras para assegurar o funcionamento daquela urgência nos dias 01, 05 e 07 deste mês.

Através de uma pergunta dirigida ao Ministério da Saúde e hoje enviada à agência Lusa, João Ramos quer também saber se "a situação de dificuldade" da ULSBA "em escalar obstetras para garantir o funcionamento da urgência de obstetrícia e ginecologia "foi absolutamente pontual ou pode voltar a verificar-se".

Segundo o deputado, no final de agosto, a ULSBA informou que a urgência de obstetrícia e ginecologia do hospital de Beja iria fechar nos dias 01, 05 e 07 deste mês "por falta de médicos" obstetras para preencher a escala e que as utentes que recorressem ao serviço seriam transferidas, mas, entretanto, o problema foi resolvido e o serviço assegurado.

João Ramos indica que o presidente da Administração Regional de Saúde (ARS) do Alentejo, em declarações à comunicação social, esclareceu que as equipas da urgência de obstetrícia e ginecologia do hospital de Beja funcionam com dois obstetras e "não podendo um comparecer" houve "dificuldade" em encontrar outro para garantir o funcionamento da equipa e caso não se tivesse encontrado "teria de se proceder ao encerramento do serviço, estando garantidas as urgências internas pelo outro obstetra".

"As dificuldades de resposta dos serviços de saúde causam sempre muita preocupação, nomeadamente num distrito tão extenso como Beja, que corresponde a 10% do território nacional", refere João Ramos.

Segundo o deputado, "as preocupações são acrescidas" em Beja, porque, "por diversas vezes, tem vindo a ser colocada a possibilidade de encerramento da maternidade, nomeadamente em 2006 e em 2011, quando o então ministro da Saúde teve intensão de encerrar as maternidades que realizavam menos de 1.500 partos por ano".

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