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Pedrógão Grande: BCE transferiu hoje donativo de 50 mil euros

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Administrator

O Banco Central Europeu (BCE) transferiu hoje o seu donativo de 50 mil euros a favor da União das Misericórdias Portuguesas e da Liga Portuguesa de Bombeiros, devido aos incêndios que devastaram a região centro de Portugal em junho.

"Após as trágicas consequências dos incêndios florestais de junho em Portugal, o BCE decidiu dedicar o seu Fórum anual que decorreu em Sintra às vítimas e às suas famílias, e doar 50 mil euros para a União das Misericórdias Portuguesas e para a Liga Portuguesa de Bombeiros", revelou à Lusa o gabinete de imprensa do BCE.

"Este montante é complementado por contribuições individuais dos participantes no Fórum BCE e de outros bancos centrais nacionais do Sistema Europeu de Bancos Centrais (ESCB na sigla inglesa)", acrescentou.

O BCE especificou ainda que o valor em causa foi transferido da conta de caridade do BCE, que recolhe o pagamento feito aos oradores da instituição quando participam em conferências.

Em 26 de junho, em Sintra, o presidente do BCE, Mario Draghi, fez questão de homenagear as vítimas dos incêndios que devastaram a região centro de Portugal nesse mês, pedindo um minuto de silêncio no lançamento do Fórum do BCE.

Mario Draghi recordou a "terrível tragédia" que assolou Portugal em meados de junho, pedindo às dezenas de personalidades que participaram nos trabalhos do Fórum do BCE para respeitarem um minuto de silêncio "em memória daqueles que perderam a vida".

O líder do BCE anunciou ainda que a instituição que preside ia fazer uma "doação" em nome próprio, que seria "complementar à doação do Banco de Portugal", sem especificar os valores em causa, mas desafiando os participantes no evento de outras instituições a juntarem-se a esta iniciativa.

Cinco dias antes, em 21 de junho, também o Banco de Portugal expressou o seu "profundo pesar" às vítimas dos incêndios da região centro.

E adiantou: "Perante a difícil situação em que se encontram as populações atingidas por esta calamidade, o Banco de Portugal lançou uma campanha de angariação de fundos junto dos seus colaboradores. O Banco duplicará o valor dos donativos entregues pelos seus colaboradores, garantindo a instituição uma contribuição financeira mínima de 50.000 euros".

Dois grandes incêndios começaram no dia 17 de junho em Pedrógão Grande e Góis, tendo o primeiro provocado, pelo menos, 64 mortos e mais de 200 feridos. Ambos foram extintos uma semana depois.

Estes fogos terão afetado aproximadamente 500 imóveis, dos quais mais de 200 eram casas de primeira habitação.

Os prejuízos diretos dos incêndios ascendem a 193,3 milhões de euros, estimando-se em 303,5 milhões o investimento em medidas de prevenção e relançamento da economia.

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