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Pedrógão Grande: Mais de 20 entidades entregaram donativos em dinheiro ao Fundo Revita

Logótipo de O Jogo O Jogo 05/09/2017 Administrator

O Fundo Revita, criado para gerir os donativos para apoiar as vítimas do incêndio que começou em junho em Pedrógão Grande, conta com mais de 20 entidades aderentes, num total de cerca de dois milhões de euros recebidos, informou hoje o Governo.

"Até à data, aderiram ao fundo mais de duas dezenas de entidades, com donativos em dinheiro, em espécie e em prestação de serviços, tendo sido entregues donativos em dinheiro no valor de cerca de 2 milhões de euros", afirma o Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social (MTSSS) num comunicado enviado à agência Lusa.

No comunicado, o ministério sublinha que os donativos apenas são entregues ao Revita "por decisão dos doadores", sendo que o Governo e o Conselho de Gestão do fundo têm também cooperado com a Cáritas Diocesana de Coimbra, a União das Misericórdias Portuguesas e a Fundação Calouste Gulbenkian, que agregaram outros donativos.

Na segunda-feira, em declarações à RTP, o presidente da Câmara de Pedrógão Grande, Valdemar Alves, exortou o Ministério Público a abrir uma investigação às contas bancárias que foram abertas para receber donativos que seriam encaminhados para as vítimas dos incêndios de junho, sem referir nenhum caso concreto.

O MTSSS explica que o fundo Revita foi criado com o objetivo de gerir os donativos entregues no âmbito da solidariedade demonstrada, "em estreita articulação com os municípios de Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos e Pedrógão Grande".

"A competência do Conselho de gestão do Revita cinge-se aos donativos entregues ao Fundo Revita, sendo que estes donativos destinam-se prioritariamente à reconstrução das habitações afetadas pelos incêndios e ao seu apetrechamento, bem como ao apoio aos agricultores", frisa o ministério, no comunicado.

Questionado pela agência Lusa, o MTSSS afirmou ainda que "não pode responder sobre outras contas solidárias e/ou outros donativos, uma vez que se trata de dinheiro de entidades privadas", não sendo responsável pela abertura ou fiscalização dessas mesmas contas.

O incêndio que começou em junho em Pedrógão Grande provocou 64 mortos e mais de feridos, sendo apenas extinto uma semana depois. Alastrou a Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Pampilhosa da Serra, Penela e Sertã.

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