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Pedrógão Grande: Reconstrução é processo "complexo" e "mais lento" do que PR imaginou

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Administrator

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, admitiu hoje que o processo, já em curso, de reconstrução de habitações afetadas pelo incêndio que eclodiu em Pedrógão Grande em junho é um processo "complexo" e "porventura mais lento" do que aquilo que imaginou.

"Pude verificar que arrancou a reconstrução, que é um processo complexo, admito, porventura mais lento do que eu tinha imaginado. Portanto, mais lento quer dizer, eu tinha falado no Natal [para a conclusão], mas hoje ouvi um senhor vereador, depois o arquiteto, depois o construtor, explicarem-me que não é bem no Natal, poderia ser março, seria mais Páscoa do que Natal", disse aos jornalistas o PR no final de uma reunião com autarcas dos concelhos afetados pelos incêndios de junho na região Centro.

"Tinha dito que aqui viria periodicamente para ver o que se passava e ouvir o ponto da situação. Não escondendo que eu defendendo a qualidade, coloco sempre uma grande pressão na rapidez", enfatizou.

Marcelo Rebelo de Sousa sublinhou ainda os apoios a empresas - quatro das quais, no concelho de Figueiró dos Vinhos, receberam hoje os comprovativos dos financiamentos estatais, numa cerimónia que marcou o início da visita de hoje do Presidente da República à região, sempre acompanhado pelo primeiro-ministro, António Costa, e o "trabalho enorme" das autarquias afetadas no projeto de reflorestação e ordenamento florestal.

"Portanto, são muitas frentes [de trabalho]. Sendo dois meses [desde a data do incêndio, 17 de junho] pouco tempo, só significa que o Presidente da Republica tem de cá voltar, daqui por um mês, daqui por dois meses, daqui por três meses, para acompanhar um processo exigente que está a mobilizar não apenas os autarcas, não apenas as câmaras, que sabemos que têm recursos limitados, mas as populações", afirmou.

O Presidente lembrou o "período dramático" de vários dias em junho, frisando que o povo português "não esquece" a tragédia de Pedrógão Grande, destacando, por um lado, as populações "que resistiram de forma heroica", o povo português "em geral, que solidariamente soube compreender a importância e o desafio" da situação criada pelos incêndios que afetaram meio milhar de habitações e provocaram pelos menos 64 mortos e mais de 200 feridos

Marcelo Rebelo de Sousa deixou ainda um "merecidíssimo louvor" aos autarcas, "pela capacidade de resistência que revelaram e pela capacidade de realizaçã", alargando esse louvor aos autarcas, "que por todo o país estão a enfrentar situações difíceis".

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