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Pedro Martins: "Ainda temos esperança"

Logótipo de O Jogo O Jogo 19/10/2017 Francisco Sebe

O treinador do V. Guimarães ainda acredita no apuramento para os 16 avos de final, apesar da derrota averbada em Marselha.

Contas mais complicadas: "Fica, mas não é definitivo, está tudo em aberto. Temos dois jogos agora em casa. Acima de tudo, quero realçar o jogo que fizemos, nomeadamente a primeira parte. Foi uma entrada muito personalizada, com muita qualidade. Taticamente estivemos perfeitos, em todos os momentos da primeira parte. Criámos dificuldades ao adversário, fomos eficientes nas bolas paradas".

© REUTERS/Philippe Laurenson

Oportunidades e organização defensiva: "A qualidade do adversário obrigou-nos a recuar na segunda parte. Tivemos de trabalhar imenso, tivemos a oportunidade para fazer o 2-2. Antes, eles também tiveram aquela oportunidade na bola à barra".

Esperança: "Acima de tudo, temos a esperança de que ainda é possível. Perante o nosso público, podemos vencer esta equipa e o Konyaspor, e vai ficar tudo em aberto".

Ousadia: "A ousadia que tivemos foi a personalidade com que entrámos, a pressionar o adversário, e a ter muito critério. Acabámos por sofrer um golo fruto de alguma imaturidade. Isso a este nível paga-se".

Qualidade do Marselha: "Sempre disse que o Marselha era das equipas favoritas. Tem um excelente plantel e é candidato ao título em França e isso diz tudo, mas nós estamos cá, na nossa casa, para ter uma palavra a dizer".

Diferença de orçamentos: "É sinal que quando há maiores orçamentos, a qualidade é maior. Nós estamos na Europa, mas temos dificuldades, porque os adversários estão mais bem apetrechados, têm os melhores jogadores. Mas também temos uma criatividade muito própria que nos permite, com as dificuldades inerentes, fazer resultados históricos".

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