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Pedro Martins não tem lugar no Vitória em risco

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/10/2017 Francisco Sebe

O Vitória continua ativo em todas as frentes e isso é razão suficiente para atenuar os efeitos dos resultados menos positivos que têm originado alguma contestação por parte dos adeptos.

© Miguel Pereira/Global Imagens

O Vitória está a atravessar um ciclo negativo, tendo somado anteontem o terceiro jogo sem ganhar, e a contestação dos adeptos tem vindo a aumentar, uma situação que não deixa em risco a continuidade de Pedro Martins à frente da equipa. As fontes ouvidas por O JOGO foram claras quanto ao posicionamento da SAD em relação ao treinador, isto é, reúne todas as condições para seguir no comando da equipa e devolvê-la aos triunfos, tanto mais que o Vitória continua ativo em todas as frentes, ainda que a situação na Liga Europa, por exemplo, esteja bastante complicada e dependente do resultado do próximo jogo, em Marselha.

citacaoContestação dos adeptos tem vindo a aumentar, mas a SAD mantém a confiança no treinador

Com derrotas perante o Konyaspor, na Liga Europa, e Belenenses, no campeonato, e ainda o empate com o Feirense, na Taça da Liga, este não é o pior ciclo de Pedro Martins no Vitória. Na temporada passada, e em dose dupla, a equipa esteve quatro jogos sem vencer (no início de janeiro e depois no fim do mesmo mês e fevereiro, curiosamente com os mesmos resultados, isto é, empate seguido de duas derrotas e novo empate). Atualmente, e a jogar a favor do treinador, está o facto de o Vitória continuar com as possibilidades de êxito em aberto em todas as frentes, apesar de ainda não ter jogado na Taça de Portugal. No campeonato, por exemplo, que é a prova mais importante para o clube, a equipa tem menos quatro pontos do que em igual período da época passada. E se há um ano o Braga, rival que serve de barómetro, tinha mais três pontos do que os vitorianos, atualmente soma mais cinco.

A instabilidade de resultados, que vai gerando algum desconforto entre os adeptos, também tem estado associada ao facto de não ter sido encontrada ainda uma fórmula estável no onze, não só por razões clínicas mas igualmente por opções do treinador. A insistência no duplo pivô defensivo e a constante troca de pontas de lança têm sido focos de críticas nas bancadas. O próximo jogo, com o Vasco da Gama Vidigueira, será, em teoria, um bom teste para ganhar algum fôlego antes do duro compromisso em Marselha.

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