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Pelo menos sete mortos em ataque contra missão da ONU no Mali

Logótipo de O Jogo O Jogo 15/08/2017 Administrator

Pelo menos sete pessoas morreram vítimas de um ataque perpetrado na segunda-feira por um grupo de homens armados não identificados, contra um campo da Missão da ONU no Mali (MINUSMA), em Tombuctu, adiantou a missão às agências internacionais.

Cinco agentes de segurança, um guarda e um agente civil, todos malianos que trabalhavam para a missão, são as vítimas mortais do ataque, explicou uma fonte da MINUSMA.

Segundo a AFP, que cita a missão da ONU, na resposta ao ataque foram abatidos seis atacantes, numa ação que envolveu uma força de reação rápida e o envio de helicópteros de ataque para garantir a segurança do quartel-general da MINUSMA em Tombuctu.

Fonte governamental citada pela AFP diz que os terroristas estavam armados com granadas e espingardas Kalashnikov.

O ataque aconteceu na segunda-feira por volta do meio-dia quando os assaltantes dispararam contra a sede da MINUSMA, provocando uma troca de tiros com os militares e agentes de segurança.

O ataque fez ainda sete feridos, um agente de segurança e seis capacetes azuis, dois com gravidade.

Este ataque junta-se a outro também perpetrado na segunda-feira contra outro campo da MINUSMA, mas em Duentza, no centro do Mali, no qual um grupo de homens armados provocou a morte de dois soldados malianos.

A situação no Mali é instável desde o golpe de Estado de 2012, quando grupos tuaregues rebeldes, em conjunto com organizações 'jihadistas', tomaram o controlo do norte do país durante dez meses.

Os 'jihadistas' foram teoricamente expulsos graças a uma intervenção internacional liderada pela França em janeiro de 2013, no entanto, em largas zonas do país, continuam a escapar ao controlo do Estado, favorecendo grupos de terroristas que desencadeiam ataques conta as forças malianas e o dispositivo da MINUSMA.

Portugal foi um dos países que destacou forças para integrar, durante um período de seis meses, esta missão internacional militar no Mali.

A missão portuguesa, que rendeu na zona da capital, Bamako, a força norueguesa que estava no local, regressou no passado dia 31 de maio.

Os militares portugueses foram rendidos no local por operacionais da Dinamarca.

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