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Pentágono pronto a ajudar exército ucraniano, sem referir armas letais

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/08/2017 Administrator

O chefe do Pentágono, Jim Mattis, reafirmou hoje em Kiev o compromisso dos Estados Unidos em ajudar o exército ucraniano, que combate há mais de três anos os separatistas pró-russos, mas não referiu o fornecimento de armas letais.

O secretário da Defesa norte-americano utilizou um tom firme contra a Rússia, acusada de procurar "redesenhar fronteiras internacionais pela força", advertindo que as sanções que a visam serão mantidas enquanto Moscovo não aplicar os acordos de paz de Minsk para o leste da Ucrânia.

"Não tenham dúvidas. Os Estados Unidos estão com a Ucrânia", disse Mattis numa conferência de imprensa ao lado do presidente ucraniano, Petro Poroshenko.

Os dois responsáveis estiveram reunidos após terem assistido a uma parada militar assinalando o 26.º aniversário da independência da Ucrânia.

Mattis disse que Washington não aceita e não aceitará a anexação da península ucraniana da Crimeia pela Rússia, em 2014, a que se seguiu o apoio de Moscovo aos separatistas no leste da Ucrânia.

"Apesar da negação da Rússia, sabemos que procura redesenhar fronteiras internacionais pela força", disse o secretário da Defesa norte-americano.

Até agora, os Estados Unidos têm fornecido ao exército ucraniano equipamentos não letais, mas Kiev tem vindo a insistir com os seus aliados ocidentais para lhe fornecerem diretamente armas.

"Em relação às armas defensivas letais, estamos a analisar", declarou Mattis.

"As armas defensivas não constituem uma provocação a menos que se seja um agressor. E a Ucrânia não é obviamente um agressor. É no seu território que os combates ocorrem", adiantou.

Petro Poroshenko indicou, por seu turno, estar satisfeito com o diálogo com Mattis, sobre "não apenas o fornecimento de armas letais", mas também o de equipamentos militares, nomeadamente eletrónicos, escusando-se a dar mais pormenores.

O conflito no leste da Ucrânia causou mais de 10.000 mortos desde o seu início, em abril de 2014.

Os acordos de paz assinados em Minsk em fevereiro de 2015 levaram praticamente ao fim dos combates, mas regularmente a violência irrompe ao longo da linha de demarcação.

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