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Pinto da Costa elogia todos os galardoados e destaca "o sucessor de Madjer"

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/10/2017 Francisco Sebe

O presidente do FC Porto discursou no final da gala dos Dragões de Ouro, congratulando todos os premiados, de Brahimi, Futebolista do Ano, a Artur Santos Silva, Sócio do Ano.

Recordação: "Projeta-se aqui o futuro. Mas permitam-me por breves momentos que regresse a um passado recente para evocar três dragões, um de Honra e dois de Ouro. Foi em 2015 que, neste palco, D. António Francisco dos Santos, nosso adorado bispo, foi galardoado com o Dragão de Honra. E nestes dois meses nos deixaram dois Dragões de Ouro: Valter Morais e o senhor Emílio Macedo, grande portista de Chaves, sempre presente no dia a dia do FC Porto. E naturalmente que, feita esta evocação com pessoas que todos temos no coração, está na hora de viver este presente".

Francisco J. Marques: "Foi com uma pontinha de vaidade que vi passar por aqui todos estes dragões que fazem parte da história do FC Porto. (...) Dragão de Ouro de funcionário foi realmente muito justo. Um exemplo de dedicação, em permanente luta que tem contra os que impedem a descoberta da verdade, contra a vontade de não quererem que o futebol seja uma escola de virtudes. Por unanimidade que lhe foi atribuído este prémio".

© Fábio Poço/Global Imagens

Hélder Nunes: "O nosso Dragão de Ouro de alta competição foi aqui atribuído ao Hélder Nunes. Um capitão na verdadeira aceção da palavra. É um exemplo para todos os colegas, muitos deles poderiam estar aqui a receber este troféu".

Diogo Dalot: "O Dragão de Ouro atribuído ao Diogo Dalot foi de acreditar do futuro e para recompensar o presente. Uma realidade do nosso futebol, com 10 anos do nosso clube. Espero que venha a estar aqui presente para receber outros prémios".

Galeno: "Galeno chegou do Brasil, ninguém sabia quem era, ninguém o conhecia. Começou a jogar, firmou-se na equipa B. Fez golos, tem uma forma de jogar que contagia a equipa e já chegou à equipa principal".

Brahimi: "Transporta-nos a magia argelina do Madjer, que nos enche de alegria a ver jogar. E quando põe a magia ao serviço do coletivo, como tem feito mais do que nunca, é um digno sucessor dele".

Raúl Alarcón: "O Raúl Alarcón, com os olhos no infinito, a subir montanhas como se estivéssemos nós a descê-las. Com um espírito coletivo, abraçado a um colega para que a vitória fosse de toda a equipa. Lutou muito, e a entrega foi feita pelo nosso grande parceiro Adriano Quintanilha".

Américo Lopes: "A recordação foi dos momentos mais marcantes desta noite. O Américo Lopes, o guarda-redes Américo, foi um dos grandes ídolos de infância. Depois de terminar a carreira, continuou a ser um portista de eleição".

Guillem Cabestany: O treinador do ano, que pegou um conjunto de grandes valores individuais e os pôs a jogar como equipa. Vitória na Supertaça, na Taça de Portugal, no campeonato nacional. Não havia mais para ganhar, ficou o triplete".

Dirigentes do ano: "O Alípio Jorge Fernandes não tem horas para estar ao serviço do FC Porto. Está sempre presente. No bilhar formou uma equipa, teve uma meta a atingir, Conseguiu levar a equipa ao título de campeão europeu. E o Eurico, que vi crescer neste clube, que me enche de orgulho".

Artur Santos Silva: "Finalmente, e esperando não me ter esquecido de ninguém, o sócio do ano. O doutor Artur dos Santos Silva, que conheço há muitos anos, porque trabalhámos os dois no mesmo banco, o Banco Português do Atlântico, no tempo em que havia banqueiros e que atingiam o ponto alto na carreira. Sempre se proclamou adepto do FC Porto. Quero-lhe agradecer, porque a sua palavra, conselho e opinião foi sempre muito importante para nós".

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