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PM britânica convida oposição contribuir com propostas políticas

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/07/2017 Administrator

A primeira-ministra britânica convidou hoje a oposição a contribuir com propostas políticas, durante a apresentação de um relatório sobre práticas laborais atuais, aludindo à perda da maioria absoluta no parlamento.

"Quando encomendei este relatório, eu liderava um governo com maioria absoluta na Câmara dos Comuns e a realidade que agora enfrento como primeira-ministra é diferente", admitiu Theresa May.

"Neste novo contexto, é ainda mais importante fundamentar as nossas políticas e os nossos valores, e vencer a batalha de ideias, tanto no parlamento como no país", admitiu a líder do partido Conservador.

Por isso, exortou aos outros partidos: "Leiam este relatório, estudem as questões difíceis que levanta, proponham as vossas próprias opiniões e ideias sobre como podemos abordá-las enquanto país".

Faz hoje um ano que Theresa May foi nomeada líder do partido Conservador e completará na quinta-feira um ano à frente do governo.

Porém, em junho sofreu um revés ao perder a maioria absoluta que possuía na Câmara dos Comuns nas eleições legislativas por ela antecipadas.

O discurso de hoje, considerado pela imprensa britânica como uma forma de relançamento da sua autoridade política, foi feito durante o lançamento de um relatório sobre formas de proteção aos trabalhadores da chamada "economia gig" (mercado de trabalho caracterizado pela prevalência de contratos de curto prazo e não por empregos permanentes).

Uma das propostas do estudo, feito a pedido do governo, foi a criação de uma nova categoria de trabalhador, o "empreiteiro dependente", de forma a garantir uma flexibilidade para este tipo de profissionais e, ao mesmo tempo, oferecer alguma segurança laboral.

Por outro lado, apontou também para a necessidade de acabar com os trabalhos pagos em dinheiro, como limpezas, que não pagam impostos.

"Nós acreditamos que existe um argumento convincente a favor de maior clareza na determinação do estatuto de trabalho", refere o documento, que vinca a necessidade de repensar o quadro legislativo perante a modernização da economia.

O estudo determina vários "princípios para um emprego justo e decente", incluindo proteções para equilibrar a flexibilidade que frequentemente só beneficia o empregador.

Em causa coloca as práticas de empresas de entregas ao domicílio ou motoristas de carros de aluguer para empresas como Deliveroo ou Uber, alvo de críticas de juristas de direito laboral e sindicatos.

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