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PM timorense entrega lista de mais membros do Governo ao chefe de Estado

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/09/2017 Administrator

O primeiro-ministro timorense, Mari Alkatiri, entregou hoje ao chefe de Estado uma lista com cerca de uma dezena de elementos que vão integrar o VII Governo constitucional, incluindo membros de dois partidos da oposição.

Mari Alkatiri entregou a lista a Francisco Guterres Lu-Olo durante a reunião semanal, a segunda entre ambos, que mantiveram durante cerca de 80 minutos no Palácio Presidencial, em Díli.

"Entreguei a lista e o Presidente e esperamos que possam tomar posse na segunda ou terça-feira. Há independentes e pessoas do CNRT [Congresso Nacional de Reconstrução Timorense] e do PLP [Partido de Libertação Popular], mas quando entram no Governo deixam de ser dos partidos e são membros do Governo", afirmou.

"Já foram 11 e agora serão mais ou menos o mesmo número. Ficam a faltar alguns porque as negociações ainda estão a decorrer. Prefiro não avançar detalhes porque o outro lado pode ainda afastar-se", referiu, explicando que o executivo terá "32 ou 33" elementos.

Os restantes só deverão ser conhecidos depois de concluídas as conversações em curso, disse.

Alkatiri confirmou que tem mantido contactos com "líderes do CNRT" e por mensagens de telefone com o líder do Partido Libertação Popular (PLP), o ex-Presidente Taur Matan Ruak, mas sem adiantar pormenores.

O executivo está atualmente a preparar o Programa de Governo que, por lei, tem que ser debatido no Parlamento Nacional antes de 15 de outubro. Logo depois, será aprovado o Orçamento Retificativo que não deverá mexer no valor orçamentado, antecipou Alkatiri.

"Todo o esforço que está a ser feito é de reorganização, de transferências e espero não ter que pedir mais dinheiro. Tenho um ministro do Plano e das Finanças que está na mesma linha que eu, de não pedir mais dinheiro para este ano", afirmou.

Sobre outra questão, Alkatiri comentou algumas movimentações no Parlamento Nacional que tentam questionar a legitimidade constitucional do Governo minoritário liderado pela Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (Fretilin).

"No nosso mundo de juristas há uns mais inteligentes que outros, mas a única instituição que pode decidir sobre isso é o Tribunal de Recurso", disse.

"Acho que são mais argumentos políticos que legais", afirmou.

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