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Polícia brasileira prende 30 pessoas em investigação contra pedofilia

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/07/2017 Administrator

A polícia federal do Brasil deteve hoje 27 pessoas em flagrante delito e outras três sobre as quais havia mandado de prisão numa operação contra a exploração sexual de crianças e a partilha de pornografia infantil.

Segundo as autoridades, a investigação teve como base a monitorização e um site russo utilizado como uma espécie de ponto de encontro de pedófilos de todo o mundo, e resultou na identificação de centenas de utilizadores, brasileiros e estrangeiros, que partilhavam pornografia infantil na internet.

Esta página também era usada por diversos indiciados por abusos sexuais e produtores de pornografia infantil, tendo sido identificadas diversas crianças vítimas de abuso.

"Os investigados produziam e armazenavam fotos e vídeos de crianças, adolescentes e até mesmo de bebés com poucos meses de vida, muitos deles a serem abusados sexualmente por adultos, e as enviavam para contactos no Brasil e no exterior", lê-se num comunicado divulgado pela polícia brasileira.

A polícia brasileira não identificou os presos, mas informou que foram identificados vários pais de crianças abusadas, professores, estudantes, funcionários de alto escalão de órgãos públicos, médicos, uma mulher e também um homem de 80 anos.

A ação de hoje é uma sequência da operação Glasnost, iniciada em novembro de 2013, quando foram cumpridos 80 mandados de busca e prisão e realizadas 30 prisões em flagrante por posse de pornografia infantil.

Na primeira fase foram identificados e presos diversos abusadores sexuais, bem como resgatadas vítimas, com idades entre 5 e 9 anos.

O nome da operação - Glasnost - é uma referência ao termo russo que significa transparência.

"A palavra foi escolhida porque a maior parte dos investigados utilizava servidores russos para a divulgação de imagens de menores na internet e para realizar contactos com outros pedófilos ao redor do mundo", informou a polícia federal.

Cerca de 350 policias federais fazem parte da operação, que cumpre 71 mandados de busca e apreensão, 3 mandados de prisão preventiva e 2 mandados de condução coercitiva (prisão temporária para prestar depoimento).

A operação contra a pedofilia decorreu em 51 municípios dos estados brasileiros do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás, Ceará, Pernambuco, Bahia, Maranhão, Piauí, Pará e Sergipe.

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