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Portugal é o segundo país com mais treinadores, atrás da Alemanha

Sportinveste 28/05/2014 Fonte: Sportinveste Multimédia
Portugal é o segundo país com mais treinadores, atrás da Alemanha © Sportinveste Multimédia Portugal é o segundo país com mais treinadores, atrás da Alemanha

Os treinadores Paulo Bento, Carlos Queiroz e Fernando Santos vão estar no Mundial2014 e fazem de Portugal o segundo país mais representado, em igualdade com Argentina, Colômbia e Itália e apenas atrás da Alemanha.

Os germânicos são os recordistas de treinadores presentes na fase final, na qual há apenas dois que conhecem a sensação de conquistar o título mundial: o brasileiro Luiz Felipe Scolari, em 2002, e o espanhol Vicente del Bosque, em 2010.

Paulo Bento, selecionador português, tal como Fernando Santos, que orienta a seleção da Grécia, são dois dos 20 estreantes no campeonato do Mundo, ao contrário de Carlos Queiroz, que comandou a equipa lusa no Mundial de 2010 e estará no Brasil na liderança técnica do Irão.

O registo é apenas superado pela Alemanha, cuja seleção é orientada por Joachim Löw, já presente no Mundial2010, e que terá no Brasil a companhia dos compatriotas Ottmar Hitzfeld (Suíça), Jürgen Klinsmann (Estados Unidos), ambos repetentes, e Volker Finke (Camarões).

Niko Kovac, selecionador da Croácia e um dos jogadores com maior número de internacionalizações por aquele país, poderá juntar-se ao “contingente” alemão, uma vez que nasceu em Berlim e fez quase toda a carreira como futebolista na Alemanha.

A Argentina iguala a marca de Portugal, graças a Alejandro Sabella, treinador da seleção campeã do Mundo em 1978 e 1986, Jorge Sampaoli, selecionador do Chile, e José Pekerman, técnico da Colômbia e que esteve no Mundial2006 à frente da equipa das pampas.

A Itália também estará representada por três treinadores, com destaque para Fabio Capello, que esteve no Mundial2010 como selecionador da Inglaterra e repetirá a presença na liderança da Rússia, pela qual se impôs a Portugal na fase de qualificação, relegando a equipa lusa para os “play-offs”.

Os estreantes Cesare Prandelli, treinador da seleção italiana, e Alberto Zaccheroni, no comando técnico do Japão, compõem a representação transalpina, que é também igualada pela Colômbia, presença menos habitual neste tipo de estatística.

Apesar de a seleção da Colômbia ser orientada por um argentino, José Pekerman, os treinadores colombianos foram requisitados pela Costa Rica (Jorge Luis Pinto), Honduras (Luis Fernando Suárez) e Equador (Reinaldo Rueda, que liderou as Honduras no Mundial de 2010).

O país anfitrião está, invulgarmente, “reduzido” a Scolari, mas o atual selecionador do Brasil é o único dos 32 presentes que já “bisou” em fases finais: em 2002 sagrou-se campeão pelo Brasil e em 2006 levou Portugal a terminar no quarto lugar.

Vicente Del Bosque, campeão mundial em 2010 e que se mantém no comando da Espanha, é, a par de Scolari, o único que pode revalidar o título e um dos 12 repetentes em fases finais.

O uruguaio Oscar Tabarez é outro treinador para quem o campeonato do Mundo não é novidade e o atual selecionador da equipa celeste é mesmo o segundo mais velho do certame, depois de Fabio Capello, ambos com 67 anos.

No extremo oposto, Paulo Bento, que festejará o aniversário em plena competição, a 20 de junho, é o terceiro mais jovem, com 44 anos, atrás do francês Sabri Lamouchi, selecionador da Costa do Marfim, e de Niko Kovac, ambos com 42.

Tal como a Grécia e o Irão, que apostaram em dois técnicos portugueses, haverá mais 12 seleções orientadas por técnicos de outras nacionalidades, nomeadamente, Camarões, Chile, Colômbia, Costa do Marfim, Japão, Costa Rica, Suíça, Equador, Honduras, Estados Unidos, Argélia e Rússia.

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