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Portugal na máxima força em jogo encarado como uma final

Logótipo de O Jogo O Jogo 25/03/2017 Ana Proença

Os portugueses encaram o jogo deste sábado (19h45) como uma final e, por isso, nada melhor do que contar com todos os jogadores disponíveis. Comparativamente com a época passada, estão até menos desgastados

Fernando Santos chamou 25 jogadores, a Seleção Nacional fez quatro treinos e não se verificou qualquer lesão. Pela primeira vez em muitos anos - pode até ser caso inédito na equipa das Quinas -, o boletim clínico não registou nenhum caso. Nada. Nem mesmo as famosas mialgias apareceram para justificar a ausência dos jogadores em alguns treinos ou o facto de terem de fazer treino condicionado. Nada! Tudo boas notícias para Fernando Santos, ainda por cima numa fase decisiva do apuramento para o Mundial da Rússia. Depois da derrota na Suíça, o campeão da Europa tem de vencer todos os jogos para continuar a depender apenas de si. Chega de andar com a calculadora na mão.

Os 25 jogadores que efetuaram os quatro treinos na bonita, moderna e muito funcional Cidade do Futebol, em Oeiras, estão fisicamente nas melhores condições para ajudar a Seleção Nacional e para atacar em força o resto da época nos respetivos clubes.

A explicação para esta situação também passa pela menor utilização que alguns deles estão a ter esta temporada, seja porque estiveram lesionados, por terem chegado mais tarde aos clubes ou por mera opção dos treinadores. Convém até lembrar que alguns destes campeões da Europa trocaram de emblema no último verão, passando, em muitos casos, para clubes de um patamar muito superior.

© Filipe Amorim/Global Imagens

A Seleção Nacional voltou a ter, aliás, representantes em alguns dos melhores clubes do mundo, como são os casos de Raphael Guerreiro (Borússia Dortmund), André Gomes (Barcelona), João Mário (Inter) e Renato Sanches (Bayern Munique). Este último é mesmo um dos casos mais evidentes de um jogador que esta época tem menos jogos nas pernas. Dos 39 jogos que fez até 25 de março de 2016 em todas as equipas do Benfica (desde a principal à B, passando pelos sub-19), o médio viu a sua prestação passar para 21 jogos no campeão alemão. Um caso que se compreende, tendo em conta a sua juventude, mas o potencial mantém-se e tem tudo para crescer tanto no clube como na Seleção.

Diferentes são os casos de alguns dos mais categorizados internacionais, concretamente Pepe, Cristiano Ronaldo e João Moutinho. O defesa tem sido afetado pelas lesões e pela situação contratual que vive no clube merengue, enquanto o capitão tem sido poupado em alguns jogos para estar no máximo da força naqueles mais importantes. Já o médio do Mónaco é um caso à parte; apesar de ter mais cinco jogos do que em igual período da época passada, soma agora 2386 minutos, menos 515 minutos do que em 2015/16. Ou seja, quase menos seis jogos.

A subir: Semedo e Bernardo

Os casos de Nélson Semedo e de Bernardo Silva contrastam com uma boa parte dos restantes jogadores convocados por Fernando Santos. O lateral-direito do Benfica volta a estar em plano de evidência, depois de recuperar da grave lesão que sofreu na época passada, e isso reflete-se no número de jogos que efetuou, passando de 16 para 39 jogos nos primeiros meses da temporada. O caso de Bernardo Silva é diferente apenas porque o esquerdino já era aposta de Leonardo Jardim na temporada passada. A diferença é que agora ainda joga mais. Tem muito mais jogos, mas também mostra ainda mais futebol. Não surpreende o interesse dos tubarões do futebol.

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