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Pousada em Oliveira do Hospital encerra hoje, Câmara acredita em reabertura a prazo

Logótipo de O Jogo O Jogo 21/07/2017 Administrator

A pousada do Convento do Desagravo, em Vila Pouca da Beira, Oliveira do Hospital, distrito de Coimbra, encerra hoje, mas a autarquia local diz que há boas possibilidades de poder reabrir, a prazo, com outro concessionário.

Em declarações à agência Lusa, José Carlos Alexandrino, presidente da autarquia de Oliveira do Hospital, reiterou que o contrato de exploração da Pousada do Desagravo, assinado entre as Pousadas de Portugal (Grupo Pestana) e a Fundação Bissaya Barreto (FBB) não foi renovado.

"Falei com a senhora presidente da Fundação Bissaya Barreto, que me disse que não estão interessados na exploração e não colocam a hipótese de a renovar", disse José Carlos Alexandrino, assumindo que a unidade hoteleira, localizada a cerca de 10 km da sede de concelho, irá encerrar.

Segundo o autarca, na base do encerramento da pousada está a "falta de rentabilidade" económica, onde se inserem questões relacionadas com o preço das rendas pagas pelo concessionário, montante que o autarca disse desconhecer.

No entanto, a autarquia de Oliveira do Hospital tem feito "alguns contactos" na busca de novos interessados na exploração da unidade hoteleira de 29 quartos e o autarca acredita que existem "boas possibilidades" da pousada reabrir.

"Teremos de aguardar algum tempo até que esta questão do encerramento esteja resolvida. Mas há fortes possibilidades [de reabrir]", frisou José Carlos Alexandrino.

A 24 de fevereiro, há cerca de cinco meses, as Pousadas de Portugal confirmaram o dia 21 de julho como data do fim do contrato com a FBB relativo à unidade hoteleira do Desagravo.

A exploração da pousada do Convento do Desagravo por parte da FBB era feita através da Sociedade Hoteleira do Desagravo, que para o efeito assinou um contrato de concessão com o Grupo Pestana.

No comunicado divulgado em fevereiro, as Pousadas de Portugal reiteraram "a sua disposição para aceitar as transferências de todos os trabalhadores que o solicitem", mas José Carlos Alexandrino, reportando à situação dos 14 trabalhadores da unidade hoteleira, disse que a maioria "para já, sai para o desemprego".

Na mesma altura do anúncio do encerramento, e caso este se concretizasse, o Sindicato de Hotelaria do Centro ameaçou recorrer aos tribunais para defender os direitos dos 14 trabalhadores da Pousada do Desagravo.

A agência Lusa tentou ouvir António Baião, do Sindicato de Hotelaria do Centro, mas até ao momento os contactos resultaram infrutíferos.

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