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PR/Andorra: Marcelo pede mais proteção social e desvaloriza falta de embaixada

Logótipo de O Jogo O Jogo 07/09/2017 Administrator

O Presidente da República defendeu hoje que é preciso ir mais longe na proteção social dos portugueses residentes em Andorra e desvalorizou a falta de uma embaixada neste país, considerando que "não tem sido um obstáculo".

Numa conferência de imprensa conjunta com o chefe do Governo de Andorra, Antoni Martí Petit, na sede do executivo andorrano, Marcelo Rebelo de Sousa elogiou "o talento dos representantes diplomáticos" e "o dinamismo dos consulados" dos dois países.

Adiantando que está prevista uma visita de Antoni Martí Petit a Lisboa "o mais breve possível", o Presidente da República considerou que a falta de uma embaixada - encerrada pelo anterior Governo PSD/CDS-PP, e substituída por um consulado honorário - "não tem sido um obstáculo".

"Uns e outros estamos atentos a que não seja nunca um obstáculo. Muitas vezes na diplomacia se liga mais à forma do que ao conteúdo", prosseguiu.

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, Portugal e Andorra têm conseguido "de uma maneira aparentemente menos formal resultados traduzidos em duas visitas do Presidente da República Portuguesa aqui a Andorra, em menos de dez anos, e na visita do chefe do Governo [de Andorra], em breve, a Portugal".

"Nós temos conseguido avançar de uma forma que muitos não considerariam clássica, mas que é eficiente", sustentou o chefe de Estado, enaltecendo "o avanço nos últimos anos das relações entre os dois países".

"Significa que estamos atentos ao que é mais importante, que é o conteúdo, a substância, e a forma é um mero instrumento ao serviço dessa substância", concluiu.

Na sua intervenção inicial nesta conferência de imprensa, o Presidente da República disse ter falado com o chefe do Governo de Andorra sobre a questão da língua, e pediu avanços nesta e noutras matérias.

"É preciso ir mais longe na aplicação da convenção sobre educação, estamos de acordo. É preciso ir mais longe na proteção social relativamente àqueles que aqui trabalharam tantos anos, e por isso, isso significa rever uma convenção antiga, a primeira celebrada entre o Principado de Andorra e um qualquer outro país, para reforçar essa proteção", disse.

Referindo-se à comunidade portuguesa em Andorra, a segunda maior, acrescentou que é preciso "ir mais longe na proteção dessas pessoas: na educação, na segurança social, no domínio cultural, no domínio fiscal e financeiro, e depois também no relacionamento comercial e económico".

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