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Presidente da APAF apela à tranquilidade e respeito

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/04/2017 Cristina Aguiar
© Fornecido por O jogo

Luciano Gonçalves, presidente da APAF, ainda acredita num clima de pacificação e que as pessoas "pouco a pouco vão pondo a mão de consciência"

O presidente da Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol (APAF), Luciano Gonçalves, apelou a um final de campeonato tranquilo e em que todos os intervenientes se respeitem, elogiando a mensagem positiva que os media começam a passar.

"Quero pedir que se tenha um final de época responsável, tranquilo, em que todos se respeitem e que não se tente justificar nada. As pessoas têm que confiar no que fazem. Erros todos cometem e não devemos pegar nos nossos erros para estar a culpabilizar outras coisas. É o que eu peço", afirmou Luciano Gonçalves.

Em declarações à margem do início do projeto de cariz social 'Arbitragem no bairro', o presidente da APAF revelou que acredita "no valor das pessoas", que "pouco a pouco vão pondo a mão de consciência" para bem do futebol português.

Para Luciano Gonçalves, começar a nova temporada com uma "mentalidade completamente diferente" é fundamental, com o sentido de "mostrar a grandeza" do futebol português, que "tem tudo para ser top".

O líder dos árbitros em Portugal fez questão de sublinhar que a comunicação social tem "tido um papel preponderante" na mensagem que é passada para as "massas", elogiando, por outro lado, que também os jornalistas já perceberam que o caminho certo a seguir.

"A própria comunicação social já está a perceber a gravidade da situação. Já temos capas de jornais em que se dá o destaque a jogadores fora de campo, juntos (de equipas diferentes), a cumprimentarem-se e em que se condena as atitudes de adeptos e as agressões. É um passo e, claramente, devemos dar uma palavra de agradecimento à comunicação social, que está a perceber por onde estamos a caminhar e não quer fazer parte desse caminho para o abismo", concluiu.

A terminar, Luciano Gonçalves esclareceu que a comunicação social não são "programas desportivos", que "não dão nenhum contributo" positivo ao futebol.

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