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Presidente da UEFA quer proteger "integridade do futebol"

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/03/2017 O Jogo
© EPA/Martial Trezzini

Aleksander Ceferin pretende "unir a comunidade do futebol através do diálogo, inclusão, solidariedade e igualdade de género"

O presidente da UEFA, Aleksander Ceferin, revelou esta quinta-feira a vontade de unir o futebol europeu e proteger a sua integridade, apostando na transparência e eficiência do organismo.
"Quero unir a comunidade do futebol através do diálogo, inclusão, solidariedade e igualdade de género", resumiu o dirigente esloveno.
Em entrevista ao site da UEFA, Ceferin abordou vários temas e os primeiros tempos do seu mandato, destacando a importância de "proteger o futebol".
"Estou a falar sobre trabalhar no antidoping, licenciamento dos clubes, 'fair-play' financeiro, segurança e tranquilidade, integridade e descriminação, ao mesmo tempo que implementamos boa governança baseada em transparência e eficiência", defendeu.
O dirigente, de 49 anos, quer fazer "desenvolver o futebol através da crescente participação dos agentes desportivos a longo prazo, com iniciativas sustentáveis e responsabilidade social".
"Precisamos de estar unidos e estar alinhados de modo a atingirmos objetivos comuns e ultrapassar os desafios. Isso faz-me otimista. Acho que podemos fazer grandes e positivas coisas no futuro", reforçou.
Aleksander Ceferin assumiu ainda o compromisso de "desenvolver o futebol feminino", daí ter constituído um departamento próprio na UEFA, que tem uma vasta equipa de trabalho que o deixa "otimista" quanto à concretização dos seus objetivos.
"Sinto que há um enorme potencial para desenvolver e melhorar esta parte do jogo. Estou também a ver formas de fazer evoluir na Liga dos Campeões feminina para captar ainda mais atenção do que a que conquista atualmente", sublinhou.
Defende ainda o 'fair-play' financeiro, considerando que desde a sua implementação as perdas do futebol "baixaram mais de 80 por cento". "O que é importante é que o 'fair-play' financeiro não é apenas aplicado aos clubes que querem participar nas competições da UEFA: gradualmente, deve ser introduzido nos campeonatos nacionais para assegurar que os clubes vivem mediante as suas possibilidades e são dirigidos de forma sustentável", reforçou.

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