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Presidente do Vitória de Guimarães admite “ofertas por vários jogadores”

Logótipo de LusaLusa 02/08/2017 Tiago Miguel Mendes Dias
MANUEL DE ALMEIDA/LUSA © LUSA / MANUEL DE ALMEIDA MANUEL DE ALMEIDA/LUSA

Guimarães, Braga, 02 ago (Lusa) - O presidente do Vitória de Guimarães, Júlio Mendes, afirmou que o clube da I Liga portuguesa de futebol já recebeu algumas propostas por jogadores e que o plantel, apesar de estável, está ainda por fechar.

O dirigente vitoriano recordou, no final da apresentação das equipas profissionais, na Praça de S. Tiago, em Guimarães, na noite de segunda-feira, que os "plantéis nunca estão fechados até que o mercado encerre", a 31 de agosto, mas disse pretender segurar o grupo de 28 elementos, que está próximo "da estabilidade", apesar das eventuais saídas.

"Temos ofertas por vários jogadores do plantel. Não vou falar em concreto de nenhum. Este é o plantel que quero preservar. Tudo faremos para que possamos preservar os nossos 'diamantes'", afirmou.

Júlio Mendes realçou que a 'espinha dorsal' da época anterior, que valeu o quarto lugar no campeonato e a ida à final da Taça de Portugal (derrota com o Benfica, por 2-1), manteve-se para já, após "um esforço" possível graças "ao projeto", nomeadamente na capacidade de investimento que, a seu ver, não existira até aí.

Questionado também sobre possíveis entradas, nomeadamente as do central Abdoulaye, que já representou os vimaranenses na época 2013/14 e pertence ao FC Porto, e do extremo Iuri Medeiros, que pertence aos quadros do Sporting, o presidente recusou falar "em concreto", tal como o fez acerca dos moldes do contrato do central Pedro Henrique, oficializado na segunda-feira.

"Faz parte da nossa estratégia de gestão desportiva e económico-financeira. Não interessa colocar na praça pública se os jogadores têm contrato A ou B, porque isso, ao fim do dia, não se traduz em resultados desportivos", explicou.

O responsável considerou ainda que o Vitória tem "a responsabilidade" de assumir, todas as épocas, o "objetivo do lugar europeu" e de pontuar na Liga Europa, para "dar o contributo à Liga" e para que "os outros clubes, no futuro, possam também ter acesso às competições europeias".

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