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Prisão de Bafatá acolhe laboratório de desenho para descobrir novos talentos

Logótipo de O Jogo O Jogo 12/10/2017 Administrator

O estabelecimento prisional de Bafatá, leste da Guiné-Bissau, vai receber na sexta-feira um laboratório de desenho artístico para descobrir novos talentos entre os detidos, no âmbito do projeto "O prisioneiro tem valor".

"É um laboratório artístico e a ideia é que através da arte os prisioneiros possam mostrar os seus sentimentos e as suas emoções. É um espaço de desenho artístico. Vai ser muito interessante", disse Matteo Anaclerio, da organização não-governamental Mani Tese, que coordena o projeto, financiado pela União Europeia.

Segundo Matteo Anaclerio, a iniciativa conta com a participação do artista plástico Hipólito Djatá e visa "descobrir também novos talentos artísticos entre a população prisional".

Segundo um comunicado da União Europeia, o laboratório artístico vai permitir também o intercâmbio entre guardas e detidos.

No âmbito do projeto "O prisioneiro tem valor", a Mani Tese apresentou em junho a associação Renascer para ajudar na reintegração social dos antigos reclusos e garantir o "respeito e dignidade" dos detidos.

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