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Procurador Geral dos EUA diz que quer ficar no cargo apesar dos ataques de Trump

Logótipo de O Jogo O Jogo 20/07/2017 Administrator

O procurador-geral dos Estados Unidos, Jeff Sessions, declarou hoje que tenciona permanecer no cargo, um dia depois de o Presidente Trump o ter criticado duramente por ter pedido escusa da investigação sobre a interferência russa nas eleições.

"Adoro este trabalho, este departamento [de Justiça] e planeio continuar a fazê-lo enquanto for apropriado", disse hoje Sessions, que desempenha as funções equivalentes às de um ministro da Justiça em Portugal.

Antigo senador pelo Alabama, Sessions foi um dos primeiros e mais entusiastas apoiantes de Trump. Assumiu o cargo em fevereiro, mas um mês depois pediu escusa da investigação dirigida pelo "seu" Departamento de Justiça à alegada interferência russa nas presidenciais.

Sessions pediu escusa porque omitiu do Congresso a informação de que se tinha reunido com o embaixador russo nos Estados Unidos.

Na quarta-feira, em entrevista ao New York Times, Trump disse que nunca teria mantido Sessions em funções caso soubesse que este iria pedir escusa de uma investigação dirigida pelo seu próprio Departamento.

"Jeff Sessions aceita o cargo, entra para o cargo, pede escusa, o que - francamente - acho que é muito injusto para com o Presidente", disse Trump ao jornal.

"Como é que se aceita o cargo e depois se pede escusa? Se ele tivesse pedido escusa antes do cargo, eu teria dito 'obrigado Jeff, mas não te vou aceitar.' É extremamente injusto - e isso é dizer pouco - para com o Presidente", realçou.

As declarações de Trump sublinham a raiva do Presidente para com Sessions, mais de quatro meses depois de este ter pedido escusa. Mas Sessions não foi o único visado na entrevista: o presidente também atacou Robert Mueller, o procurador especial que agora lidera a investigação à interferência russa; James Comey, o diretor do FBI que Trump despediu; Andrew McCabe, o diretor interino do FBI que substituiu Comey; e o Procurador-Geral adjunto Rod Rosenstein, que nomeou o procurador especial.

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