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Projetos de habitação em licenciamento aumentaram 42,7% num ano - índice

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/10/2017 Administrator

Os projetos de habitação em licenciamento aumentaram 42,7% entre o 2.º trimestre de 2016 e o mesmo período de 2017 em Portugal, segundo o novo índice Pipeline da Confidencial Imobiliário (Ci) divulgado hoje.

Este índice monitoriza a dinâmica de entrada em carteira de novos projetos de construção de habitação, sujeitos a processo de licenciamento municipal, constituindo-se como um indicador do potencial de edificação a curto prazo, segundo a consultora.

De acordo com o novo índice, o crescimento homólogo das obras em carteira foi "especialmente dinâmico no segmento de reabilitação, com uma variação de 68,2% no espaço do último ano".

"Já as obras de construção nova em licenciamento aumentaram 38,2% no mesmo período. As obras de reabilitação têm exibido uma subida mais acentuada do que as de construção nova, com as primeiras a aumentarem a um ritmo trimestral médio de 14,5% nos quatro últimos trimestres e as segundas a uma média de 8,7% por trimestre no mesmo período de referência", lê-se na informação da Ci.

A consultora referiu que desde meados de 2013 o 'pipeline' (carteira) de projetos residenciais recupera, após uma tendência generalizada de queda iniciada em 2011.

A subida tem-se revelado mais acentuada para a reabilitação, com um crescimento acumulado de cerca de 250%, do que para as obras novas, que aumentaram 140% no mesmo período.

Em termos de área média por projeto, depois de contrair cerca de 36% entre o primeiro trimestre de 2011 e o terceiro trimestre de 2013, voltou ao crescimento, registando uma subida acumulada de cerca de 67% até ao segundo trimestre de 2017.

O aumento da dimensão média dos projetos "traduz o ressurgimento de edifícios de maior envergadura, especialmente visível no mercado de construção nova, embora seja igualmente uma tendência sentida nas obras de reabilitação".

Ricardo Guimarães, diretor da Ci, explicou em comunicado que este índice é um indicador avançado da oferta, "o que é especialmente importante numa altura em que a grande fonte de tensão no mercado imobiliário é a falta de produto", por este ter "evoluído muito mais rapidamente do que a produção de novos fogos, o que impulsionou os preços".

"E, uma vez solidificada esta tendência, impulsionou o investimento em nova oferta. Isso mesmo vemos nos primeiros resultados deste índice", notou o responsável.

Este novo índice é calculado a partir dos pré-certificados energéticos emitidos pela Agência para a Energia - ADENE, que obrigatoriamente integram os processos de licenciamento municipal de obras.

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