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PS de Setúbal critica tentativas de instrumentalização política na Autoeuropa

Logótipo de O Jogo O Jogo 31/08/2017 Administrator

O PS de Setúbal criticou hoje as "tentativas de instrumentalização política" dos trabalhadores da Autoeuropa, que podem colocar em causa o futuro da fábrica de automóveis de Palmela.

"A Autoeuropa e os seus trabalhadores não podem e, sobretudo, não merecem estar à mercê de quaisquer tentativas de instrumentalização política que acabam por colocar em risco o sucesso da empresa e, por essa via, o emprego de muitos milhares de pessoas", diz um comunicado da Federação Distrital e dos deputados eleitos pelo círculo de Setúbal, assinado pela secretária-geral adjunta do partido, Ana Catarina Mendes, que foi cabeça de lista nas últimas eleições legislativas.

Para o PS de Setúbal, "não é legítimo que se ponha à frente do verdadeiro interesse dos trabalhadores, das suas famílias, e do interesse nacional, quaisquer outros objetivos de natureza eminentemente político-partidários".

Os socialistas do distrito onde se situa a fábrica da Autoeuropa apelam ainda à resolução do conflito laboral que levou à greve realizada na quarta-feira e que, segundo a empresa terá tido uma adesão de 41%.

No comunicado, a estrutura distrital do PS e os eleitos socialistas manifestam ainda a esperança de que a reunião anunciada para dia 07 de setembro entre a administração da Autoeuropa e os sindicatos, e a eleição, em outubro, da nova comissão de trabalhadores, possam contribuir para o regresso da estabilidade à empresa e a salvaguarda dos postos de trabalho.

Os eleitos do PS referem também que o clima de paz social sempre foi "uma pedra angular do funcionamento de uma empresa que é fundamental para o sucesso da economia portuguesa e que é, de longe, a maior empregadora do nosso distrito [de Setúbal] ".

A greve realizada na quarta-feira na Autoeuropa foi convocada após a rejeição de um pré-acordo sobre os novos horários de laboração contínua que previa a obrigatoriedade do trabalho aos sábados.

Em referendo realizado no passado dia 28 de julho, 74,8% dos trabalhadores da Autoeuropa votaram contra o pré-acordo, o que levou à queda da comissão de Trabalhadores e à marcação da greve da passada quarta-feira, 30 de agosto de 2017.

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