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PSD acusa PS e maioria de falta de sentido de Estado no pacote florestal

Logótipo de O Jogo O Jogo 13/07/2017 Administrator

O PSD acusou hoje o PS e a maioria de esquerda de "falta de sentido de Estado" por não se entenderem quanto ao calendário da aprovação da reforma florestal.

A acusação foi feita pelo deputado do PSD Nuno Serra, numa declaração aos jornalistas na Assembleia da República, enquanto decorria, na comissão parlamentar de Agricultura, uma reunião em que, disse, se discutiu o adiamento, pedido pelo PS, das votações para terça-feira, véspera da votação final global, das propostas em discussão, do Governo e do BE.

"É preciso sentido de Estado", afirmou Nuno Serra, afirmando a sua preocupação por começar "a não haver acordo" entre o PS e os partidos que apoiam o Governo quanto ao chamado pacote de medidas para a floresta.

Para Nuno Serra, a reforma da floresta, como lhe chamou o primeiro-ministro, António Costa, é "uma reforma para uma geração que, lamentavelmente, está a ser tratada com os pés".

O calendário e a vontade de aprovar as leis até 19 de julho, acrescentou, "não passavam de acordos políticos" em que "os interesses políticos estão à frente dos interesses do setor".

A comissão de Agricultura aprovou um calendário que previa o início, hoje, do debate e votação na especialidade dos nove diplomas que deveriam ficar prontos até ao fim da sessão legislativa, na próxima quarta-feira, a 19 de julho.

No âmbito da reforma da floresta, os partidos tiveram até terça-feira a oportunidade de apresentar propostas de alteração aos diplomas legislativos apresentados pelo Governo e pelo BE, uma vez que a votação na especialidade estava agendada para hoje.

De acordo com o calendário "estabelecido pelo BE e pelo PS", o trabalho de reforma da floresta tem de estar concluído até quarta-feira, data do final da sessão legislativa e data da votação final global dos diplomas, lembrou o deputado Maurício Marques.

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