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PSD: Distrital do Porto imparcial quanto a candidaturas à liderança do partido

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/10/2017 Administrator

A Distrital PSD do Porto garantiu hoje que não manifestará apoio institucional a nenhuma candidatura à liderança do PPD/PSD nas eleições diretas que visam a eleição do novo presidente dos sociais-democratas, argumentando com o "princípio da imparcialidade".

Em comunicado, o PSD/Porto indica que os apoios que venham a ser manifestados às candidaturas "apenas vinculam os próprios e nunca os órgãos distritais", frisando a "forte e histórica democracia interna do PPD/PSD" mas também a "imparcialidade" desta Comissão Politica Distrital (CPD).

"A CPD PSD/Porto não manifestará apoio institucional a nenhuma das candidaturas já conhecidas, nem a outras que possam eventualmente surgir, à liderança do PPD/PSD", frisa a nota que, se seguida, fala em "princípio da equidistância institucional".

As eleições diretas para a eleição do novo presidente do PSD estão agendadas para 13 de janeiro do próximo ano, enquanto o Congresso Nacional para a eleição dos órgãos nacionais que ocorrerá entre 16 e 18 de fevereiro.

Até agora, anunciaram-se como candidatos à liderança do PSD o antigo presidente da Câmara do Porto Rui Rio e o antigo primeiro-ministro Pedro Santana Lopes.

A Distrital social-democrata do Porto aponta que "possibilitará a todas as candidaturas, dentro dos meios materiais e humanos disponíveis na distrital, todas as oportunidades de contacto com os militantes do distrito", mas alerta que lutará "pela equidistância institucional em todo o processo eleitoral para as eleições diretas, bem como para as eleições de delegados ao Congresso Nacional".

O comunicado assinado pelo secretário-geral da Distrital do PSD/Porto, José Manuel Soares, sublinha por fim os "princípios da lealdade e da solidariedade".

A comissão política da distrital do Porto "trabalhará sempre de forma leal e solidária com o presidente que vier a ser escolhido pelos militantes do PPD/PSD, respeitando o importante legado que o atual presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, deixa ao partido e ao país", lê-se na nota, que descreve o percurso do ainda presidente dos sociais-democratas e antigo primeiro-ministro como "assente no elevado sentido de Estado, coragem, determinação e honestidade".

"Pedro Passos Coelho liderou o partido e o Governo. Teve que aplicar o pior programa de ajustamento de que há memória em Portugal, por erros do Governo antecessor, retirando o país da bancarrota, recuperando a credibilidade externa do país com uma saída limpa do programa de ajustamento e deixando Portugal em ritmo de crescimento económico", descreve o PSD/Porto.

Por fim, a distrital laranja deseja "às candidaturas no terreno, e às que eventualmente ainda se apresentem, as maiores felicidades no trabalho a executar até ao dia das eleições" e manifesta "convicção de que o futuro próximo será de reafirmação da democracia interna do partido".

"Que o PPD/PSD tenha um verdadeiro e amplo debate de ideias e programas junto das bases para que este seja, acima de tudo, um tempo de esclarecimento, de liberdade e de participação que reforce a vitalidade do partido como pilar fundamental da democracia portuguesa", termina a nota dos sociais-democratas.

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