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PSD: Líder da distrital de Lisboa apoia Pedro Santana Lopes

Logótipo de O Jogo O Jogo 11/10/2017 Administrator

O líder da distrital de Lisboa do PSD, Pedro Pinto, apoia, a título pessoal, a candidatura de Pedro Santana Lopes à liderança do partido, remetendo para mais tarde uma eventual posição formal da estrutura.

"Conheço o doutor Pedro Santana Lopes há muitos anos. É um homem que considero com muita experiência em termos governativos e que está preparado não só para provocar as mudanças que são necessárias dentro do PPD-PSD, como para combater o primeiro-ministro, António Costa, nas próximas eleições", afirmou Pedro Pinto à agência Lusa.

O presidente da distrital de Lisboa disse não ter "dúvidas sobre o apoio da esmagadora maioria das pessoas da distrital, de certeza acima dos 90%", a Santana Lopes, mas remeteu para mais tarde uma eventual tomada de posição formal daquela estrutura, cuja importância relativiza.

"Vamos ver. As pessoas valem por si, enquanto pessoas. Para mim, estarem as pessoas a apoiar ou a distrital, não é uma grande diferença. Para mim, isso não é uma questão de relevância", argumentou.

O Conselho Nacional do PSD aprovou na segunda-feira a realização de eleições diretas para escolher o presidente do partido em 13 de janeiro e o Congresso em 16, 17 e 18 de fevereiro.

Na 'corrida' estão, para já, o antigo presidente da Câmara do Porto Rui Rio e o ex-primeiro-ministro e autarca na capital Pedro Santana Lopes.

Na semana passada, o ex-líder parlamentar do PSD Luís Montenegro, o eurodeputado Paulo Rangel e o antigo líder da JSD Pedro Duarte excluíram-se desta disputa interna.

Em 03 de outubro, o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, anunciou que não se iria recandidatar ao cargo, dois dias depois de um dos "piores resultados de sempre" do partido em autárquicas e com o argumento de não querer passar a ideia de estar "agarrado ao poder".

Nas eleições autárquicas, o PSD perdeu oito presidências de câmaras municipais face a 2013, ano em que tinha registado o seu pior resultado, ficando agora com 98 (79 sozinhos e 19 em coligação).

Em termos de votação nacional, o PSD obteve, sozinho, 16,08%, dos votos, uma percentagem ligeiramente abaixo dos 16,70% de há quatro anos.

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