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PSD quer ouvir diretora nacional do SEF sobre entradas no aeroporto de Lisboa

Logótipo de O Jogo O Jogo 26/07/2017 Administrator

O PSD pediu hoje a audição em comissão parlamentar, com caráter de urgência, da diretora nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF), Luísa Maia Gonçalves, sobre o controlo de entradas no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa.

Segundo os sociais-democratas, "não se pode ignorar o que tem ultimamente acontecido no Aeroporto Humberto Delgado, em que os inspetores do SEF se queixam de estar a ser alvo de pressões no sentido de imprimir maior rapidez no controlo de passaportes de passageiros à chegada a Lisboa".

"Para melhor se perceber esta situação que envolve os inspetores do SEF, impõe-se ouvir nesta comissão, com a máxima urgência, a diretora nacional do SEF", acrescenta o PSD, num requerimento dirigido ao presidente da Comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, o deputado do PS Bacelar de Vasconcelos.

O PSD refere que o objetivo de "imprimir maior rapidez" nas entradas em Lisboa "é até assumido pelo Governo, que, através do Ministério da Administração Interna, fixou como meta operacional para o SEF fixar em menos de 40 minutos o tempo máximo de espera de processamento no controlo de fronteiras".

Os sociais-democratas consideram que "não é, de facto, um bom cartão-de-visita para quem viaja com destino a Lisboa deparar-se, na entrada, com filas de espera no controlo de passaportes que podem, em alturas de maior tráfego aeroportuário, ultrapassar mais de duas horas".

Contudo, argumentam que "também não se pode descurar que o controlo das entradas deve ser feito com o máximo rigor", porque está em causa a segurança do país e a segurança no espaço da União Europeia.

O PSD defende que "não se pode, assim, exigir aos inspetores do SEF que, face ao crescimento exponencial do turismo, consigam, sem reforço no quadro dos recursos humanos, os mesmos resultados em termos de tempo de controlo de entrada no país que conseguiam quando as entradas eram muito menores".

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