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"Quando estava no Real Madrid bebia até cair para o lado"

Logótipo de O Jogo O Jogo 01/04/2017 Alcides Freire
© Fornecido por O jogo

Cicinho, internacional brasileiro que passou pelos "merengues", voltou a falar do seu problema com o álcool.

Cicinho chegou a ser apontado como uma das grandes promessas do futebol brasileiro, mas, quando, em 2005, deu o salto do São Paulo para o Real Madrid, viu a sua carreira desmoronar-se aos poucos. Em entrevista à Fox Sports, o lateral de 36 anos recordou os problemas que teve com o álcool durante as duas épocas que passou na capital espanhola, numa relação direta com... as tatuagens.

"Sinto-me incomodado com as tatuagens. Fazia-as sob o efeito do álcool, porque pensava que ia ajudar-me a suportar melhor a dor. Pensava que as tatuagens me iam trazer paz, mas não foi assim. Arrependo-me de tudo o que fiz e não o aconselho a ninguém. Estas coisas derramam sangue e não curam nenhuma depressão. Só corres o risco de ficar ainda mais deprimido. Fiquei horroroso", afirmou Cicinho, prosseguindo:

"Era um alcoólico, porque não conseguia beber apenas uma cerveja. Bebia até cair para o lado. Quando cheguei ao Real Madrid deixei tudo fugir por entre as mãos. Bebia muito, e não era de noite", concluiu o internacional brasileiro de 36 anos, atualmente sem clube.

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