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"Quando fui para o FC Porto, dei por mim a pensar que devia ter nascido ali"

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/06/2017 Alcides Freire
© Ivan del Val / Global Imagens

Ricardo Quaresma recordou o tempo que passou ao serviço do FC Porto, falando também da última temporada no clube e da relação com Julen Lopetegui.

Ricardo Quaresma é um dos nomes mais míticos do passado recente do FC Porto. O "Harry Potter" chegou ao Dragão em 2004, ganhando lenta, mas seguramente, o carinho dos adeptos portistas.

Depois de cinco épocas e meio ao serviço dos dragões, distribuídas entre 2004/05, 2005/06, 2006/07, 2007/08, 2013/14 e 2014/15, o extremo português recordou o tempo passado no Dragão, recuando até à altura em que, numa família de benfiquistas e sportinguistas, percebeu "que era Porto".

"A minha família é quase toda benfiquista, à exceção do meu pai, um sportinguista doente, que fica revoltado quando perde, e o meu irmão, outro sportinguista. Eu também fui sportinguista. Mas quando fui para o FC Porto, percebi que era FC Porto e dei por mim a pensar: 'devia ter nascido aqui'. Não é só o clube, também é a cidade e as pessoas. É tudo diferente. Se precisas de uma ajuda, as pessoas de Lisboa dizem 'vá por ali, ali e tal'. Se for no Porto, até te convidam para entrar no carro e levar-te ao sítio ou então guiam-te à porta a pé", referiu, em declarações ao Observador.

Atualmente no Besiktas, Quaresma tem uma certeza: vai viver no Porto. "Vou viver no Porto e ninguém me vai mudar essa ideia. Até porque a minha mulher e os meus filhos adoram viver no Porto e ainda agora modifiquei a minha casa. É lá que me sinto bem", atirou.

O internacional português recordou também a relação tremida com Lopetegui, que culminou na sua saída do clube no final da temporada 2014/15. "Desde o início que sabia que o Lopetegui não me queria. Mesmo assim, consegui fazer a época que fiz: várias assistências, vários golos, tantas assistências e quase tantos golos como os jogadores que ele metia sempre a jogar. Podia estar aqui a contar muita coisa, só que não vale a pena. É dar importância a coisas que não a têm", rematou.

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