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Quarteto para o Médio Oriente pede "passos concretos" para que Autoridade Palestiniana assuma Gaza

Logótipo de O Jogo O Jogo 28/09/2017 Administrator

O Quarteto para o Médio Oriente instou hoje todas as partes envolvidas no conflito israelo-palestiniano a darem "passos concretos" para colocar os territórios de Gaza e da Cisjordânia sob a alçada "legítima" da Autoridade Palestiniana.

Para o Quarteto, órgão criado em 2002 com o objetivo de promover uma solução pacífica para os conflitos naquela região, tal medida seria o caminho para alcançar uma "paz duradoura" naquela zona geográfica.

Este caminho permitiria abordar "as legítimas preocupações sobre segurança de Israel", mas também "desbloquear o apoio internacional para o crescimento, a estabilidade e a prosperidade de Gaza", segundo assinalaram os enviados do Quarteto num comunicado, mostrando ainda disponibilidade para apoiar todo o processo.

A posição deste órgão estabelecido em Madrid (que reúne representantes dos Estados Unidos, Rússia, União Europeia e Nações Unidas) surge alguns dias depois de o Hamas, movimento islamita que controla a Faixa de Gaza desde 2007, ter anunciado que aceitava as condições exigidas pelo presidente da Autoridade Palestiniana e líder do partido rival Fatah, Mahmud Abbas, para a reconciliação entre os dois governos palestinianos.

Desde 2007 que os palestinianos estão divididos entre dois governos rivais, na sequência da vitória eleitoral do Hamas e da expulsão das forças leais a Abbas de Gaza, deixando ao presidente da Autoridade Palestiniana a administração das zonas autónomas da Cisjordânia.

Repetidas tentativas de reconciliação entre os dois lados falharam sempre.

Após os esforços de uma mediação egípcia, o Hamas afirmou estar disposto a entregar Gaza a um governo de unidade na Palestina e o líder do movimento islamita, Yehya Sinwar, afirmou hoje que a decisão de alcançar uma reconciliação com Abbas é "estratégica e irreversível".

Ainda no comunicado divulgado hoje, o Quarteto saudou todos os esforços, incluindo os do Egito, para "criar as condições para que a Autoridade Palestina assuma as (suas) responsabilidades em Gaza".

O Quarteto destacou ainda a "grave situação humanitária" vivida em Gaza, especialmente a crise do abastecimento de eletricidade e o respetivo impacto na saúde e no bem-estar social e económico da população.

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