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Quase metade dos empréstimos do Governo de Macau a jovens usados para abrir lojas

Logótipo de O Jogo O Jogo 09/08/2017 Administrator

Quase metade dos empréstimos que o Governo de Macau concedeu a jovens para abrirem negócios nos últimos quatro anos foram utilizados para comércio a retalho, afirmou hoje o Conselho Executivo.

O Plano de Apoio a Jovens Empreendedores, que vai ser atualizado, existe desde agosto de 2013 e desde então atribuiu 246 milhões de patacas (26 milhões de euros) a 1.037 projetos, o que significa que cerca de dois terços dos pedidos apresentados foram aprovados.

Destes, 533 ou 48% correspondiam a atividades de comércio a retalho, num total de 118 milhões de patacas (12,5 milhões de euros). Se às lojas juntarmos o comércio por grosso (6,9%), o número de projetos sobe para 605 e 135 milhões de patacas (14,3 milhões de euros).

Os restaurantes e hotéis são a segunda atividade mais popular neste programa de financiamento, com 101 (12% do total) projetos aprovados em quatro anos com 29,5 milhões de patacas (3,1 milhões de euros).

Em terceiro lugar ficam os serviços prestados às empresas, 104 ou 7,2% do total, com 17,8 milhões de patacas (1,9 milhões de euros).

O Plano de Apoio a Jovens Empreendedores concede uma verba de apoio, sem juros, no valor máximo de 300 mil patacas (32.725 euros) a jovens com idades entre os 21 e os 44 anos que queiram abrir o seu próprio negócio mas não disponham capital suficiente.

Hoje foram apresentadas algumas alterações a este programa, pelo Conselho Executivo, incluindo alargamento do âmbito de beneficiários que passa também a abranger, além de jovens que querem abrir um primeiro negócio, outros que já tenham experiência.

Deixa também de ser possível receber este apoio quem já recebeu verbas do Fundo de Desenvolvimento Industrial e de Comercialização.

No entanto, entra em vigor um novo requisito, que obriga o beneficiário a concluir um curso de formação relacionado com o empreendedorismo com duração não inferior a 42 horas. O curso pode ser dispensado se o beneficiário já tiver um grau académico na área de gestão de empresas.

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