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Quatro ativistas marroquinos da região do Rif condenados a dois anos e meio de prisão

Logótipo de O Jogo O Jogo 06/09/2017 Administrator

O tribunal de primeira instância de Al-Hoceima (nordeste de Marrocos) condenou na noite de terça-feira quatro ativistas da região a dois anos e meio de prisão por participação nos protestos sociais do Rif, referiram hoje à agência Efe fontes da defesa.

Segundo o advogado de defesa Abdel Majid Azeriah, os condenados (três estudantes universitários e um agricultor de 60 anos) foram acusados de "manifestação não autorizada, de apedrejarem as forças de segurança provocando ferimentos, de causar prejuízos em bens públicos e de tentativa de bloquear a via pública".

Azeriah acrescentou que os seus clientes recusaram assinar os relatórios policiais e rejeitaram as acusações que lhes foram dirigidas no decurso do julgamento.

Em 30 de agosto, o tribunal de primeira instância de Al-Hoceima condenou nove ativistas da região do Rif a penas entre um e 20 anos de prisão.

Os protestos na região do Rif eclodiram em outubro de 2016 após a morte de um vendedor de peixe, encontrado no interior de um camião do lixo após a polícia lhe ter confiscado a sua mercadoria, e desde então já foram detidos mais de 200 ativistas.

Apesar da detenção de toda a liderança do Hirak al Chaabi (Movimento Popular), prosseguem os protestos e a tensão em Al-Hoceima, a capital do Rif, e nas povoações vizinhas.

As populações locais exigem a libertação dos detidos, a construção de uma universidade e de um hospital oncológico, e ainda mais postos de trabalho e a desmilitarização desta região do norte de Marrocos.

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