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"Queremos tanto ser campeões que nada nos retirará energias"

Logótipo de O Jogo O Jogo 17/08/2017 Rui Trombinhas

De 3 a 9 de setembro, Portugal disputa o Mundial na China, em moldes diferentes, num palco distante que suscita expectativa. O campeão europeu estreia-se com o campeão do mundo

© Tony Dias / Global Imagens

A entrar na reta final do estágio com vista ao Mundial da China (Nanjing), a Seleção Nacional concentrada, como é habitual, no Luso, afina detalhes antes da partida para Macau no dia 26. Será na antiga colónia portuguesa que completará a preparação, nomeadamente em relação ao jet lag e clima, recuperando de uma longa viagem com escalas em Londres e Hong Kong. Será a mais de nove mil quilómetros de casa que a equipa, atual campeã da Europa, lutará por um título que escapa às cores nacionais desde 2003. "Queremos tanto ser campeões que nada nos retirará energias. Vamos ultrapassar tudo o que é diferente. A equipa está pronta para atacar o Mundial e tem a ambição de devolver o título passados tantos anos", garantiu o capitão João Rodrigues, pouco importado com as dificuldades inerentes à incursão asiática, numa pista sobre a qual a informação é escassa, e indiferente à escolha da China, mesmo sendo um país sem tradição no hóquei em patins: "O foco da equipa é o título, independentemente do local. Podia ser na rua atrás de minha casa. A China é peculiar, mas espero que possa dar ao hóquei visibilidade naquela parte do mundo e espero que se apaixonem pelo hóquei. É na China? Ok, vamos lá ganhar essa Taça e trazê-la para os portugueses. Temos todos o sonho de ver a nossa modalidade ir mais além. A China poderá ser uma boa montra. Vamos ver."

O capitão da seleção (desde 2013), - "apenas escolho a bola, porque a liderança é partilhada", esclarece - João Rodrigues é uma das armas do ataque luso - no campeonato nacional foi o melhor marcador em 2016/17 (52) - e é a voz de comando: "Este grupo mostrou ser muito forte pela forma como venceu o Europeu [2016], por isso temos condições para dar continuidade a esse trabalho no Mundial."

O título europeu valeu uma comenda (Ordem do Mérito) - "não pensamos nisso, se se repetir é consequência do maior sonho que é ser campeão", adiantou -, e deu "confiança e tranquilidade", qualidades que João Rodrigues mantém intactas, mesmo após uma época dura em que falhou o título nacional. "As derrotas fazem-nos crescer. Aprendi isso com os anos. Estamos focados em conquistar o título, movidos pela paixão que é vencer pelo nosso país", rematou.

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