Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Rússia diz que vai responder à "insolência" dos Estados Unidos

Logótipo de O Jogo O Jogo 27/07/2017 Administrator

Savonlinna, Finlândia 27 jul (Lusa) - O presidente russo, Vladimir Putin, advertiu hoje que vai responder à "insolência" dos Estados Unidos, cujo Congresso aprovou um agravamento das sanções económicas contra a Rússia, e alertou para "um crescimento da histeria anti-russos" em Washington.

"Nós comportamo-nos de forma muito reservada, muito paciente, mas a certa altura temos de responder, porque é impossível tolerar indefinidamente a insolência para com o nosso país", declarou Putin no decorrer de uma conferência de imprensa conjunta com o seu homólogo finlandês, Sauli Niinisto, em Savonlinna, Finlândia.

Putin precisou que ainda não definiu o tipo de resposta da Rússia face a esta questão e que dependerá da versão final do projeto de sanções, adotado terça-feira pela câmara baixa do Congresso dos Estados Unidos. O projeto deverá passar na Câmara alta, o Senado, e promulgado por Donald Trump.

O texto da lei, que também contempla o Irão e a Coreia do Norte, visa punir Moscovo pela suposta ingerência nas eleições presidenciais de novembro, a propósito da qual está em curso uma investigação nos Estados Unidos.

"Não considero que se trate de uma investigação, uma vez que uma investigação pressupõe determinar um conjunto de circunstâncias, estudar os motivos e entender as partes (envolvidas)", considerou Putin.

"Mas o que vemos é simplesmente um crescimento da histeria anti-russos. (...) É triste que as relações russo-americanas sejam sacrificadas" devido a política interna, realçou o presidente russo.

Questionado sobre a deterioração das relações russo-americanas, atualmente no nível mais baixo desde o fim da Guerra Fria, Putin respondeu: "Lamentamos isso".

"Lamentamos porque se agíssemos em conjunto, (...) poderíamos gerir de forma bem mais eficaz os problemas muito graves que preocupam tanto o povo russo como o povo norte-americano", explicou, enumerando as "crises internacionais", a luta contra o terrorismo, a defesa do meio ambiente, a luta contra a imigração clandestina ou "o desenvolvimento da economia".

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon