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Realizador Michael Moore leva público da Broadway a protesto na Trump Tower

Logótipo de O Jogo O Jogo 16/08/2017 Administrator

O realizador norte-americano Michael Moore levou o público do seu espetáculo da Broadway até à Trump Tower na terça-feira, para protestar contra os comentários do Presidente Donald Trump sobre a violência em Charlottesville, Virgínia.

Na rede social Facebook, Moore instou as pessoas a "expressar a sua fúria de forma não violenta" junto à torre após o espetáculo "The Terms of My Surrender" na terça-feira à noite.

Após o espetáculo, o realizador, comentador e ativista de 63 anos liderou um grupo de pessoas, em autocarros, até à Trump Tower, onde o Presidente está atualmente instalado, pela primeira vez desde que tomou posse. A deslocação até à torre foi transmitida em direto no Facebook.

Durante a viagem de autocarro, o ator Mark Ruffalo, que se juntou a Moore, entoou palavras de ordem por um megafone, como "No Trump, no KKK [Ku, Klux, Klan], no fascist USA" ("Não a Trump, não ao KKK, não aos Estados Unidos fascistas"), e encorajou as pessoas na rua a juntarem-se ao grupo na torre. Centenas de manifestantes juntaram-se no local desde segunda-feira à noite, quando Trump chegou ao edifício.

Na terça-feira, numa conferência de imprensa na entrada do edifício, Trump declarou que "há culpa dos dois lados" na violência em Charlottesville, colocando no mesmo plano as ações dos supremacistas brancos e daqueles que protestavam contra eles.

Moore descreveu os comentários do Presidente como "terríveis e repugnantes".

Grupos de extrema-direita, incluindo neonazis, protestaram no sábado contra a decisão da cidade de Charlottesville de remover a estátua do general da Confederação Robert E. Lee. Heather Heyer, de 32 anos, morreu atropelada, quando um homem lançou o carro contra um grupo de manifestantes antiracistas.

Junto à Trump Tower na terça-feira à noite, Moore e Ruffalo organizaram uma vigília e pediram à multidão para não esquecer Heyer e a garantir que a jovem não "morreu em vão".

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