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Regresso do Open de Portugal permite melhores condições aos jogadores portugueses de golfe

Logótipo de LusaLusa 09/05/2017 Vítor Rodrigues

Lisboa, 09 mai (Lusa) - O presidente da Federação Portuguesa de Golfe (FPG), Miguel Franco de Sousa, mostrou-se agradado com o regresso do Open de Portugal, principalmente porque permite dar aos profissionais portugueses melhores condições de jogo.

"Era um objetivo que a Federação perseguia desde 2010, altura em que, infelizmente, a prova foi posta de parte por questões financeiras. O Open tem um enorme valor para o golfe nacional e é uma competição que permite dar condições de jogo aos profissionais portugueses, além de colocar Portugal como grande destino de golfe a nível mundial", disse Miguel Franco de Sousa, em declarações à agência Lusa.

O Open de Portugal de golfe regressa este ano após sete anos de interregno, decorrendo a 55.ª edição entre 11 e 14 de maio, no Morgado Golf Resort, em Portimão.

O facto de o Open de Portugal ser disputado num formato diferente do habitual - 'dual ranking' (pontuável para o European Tour e para o Challenger Tour - permite, segundo Miguel Franco de Sousa, tornar a prova mais abrangente aos jogadores portugueses.

"No Open tivemos um enorme cuidado em ter uma abrangência de portugueses muito significativa, já que o mesmo não acontece no Portugal Masters, em que a participação é muito limitada. Através do Open de Portugal conseguimos promover oportunidades de jogo a muitos jogadores portugueses", afirmou o líder da FPG.

Embora não queira entrar em euforias, o dirigente salientou alguns dos portugueses que marcarão presença na prova, como Ricardo Melo Gouveia.

"O Ricardo Melo Gouveia está a jogar um bom golfe. Esta semana jogou com o Filipe Lima nos GolfSixes, em Inglaterra, tendo terminado nos quartos de final. O Pedro Figueiredo está a disputar um circuito satélite e o seu atual segundo lugar permite-lhe encarar com otimismo o acesso ao 'Challenge Tour'. Também o Ricardo Santos e o Filipe Lima estão em boa forma, pelo que estamos com muito boas expectativas, mas sem querer entrar em previsões, porque no desporto é sempre muito arriscado", sublinhou.

O próprio quadro do Open de Portugal é encarado de forma positiva por Miguel Franco de Sousa.

"Aguardamos um bom quadro. O Open regressa num formato diferente - 'dual ranking' -, ou seja, é pontuável para o 'European Tour' e para o 'Challenge Tour', com um 'prize money' de 500 mil euros, portanto inferior ao milhão de euros do 'European Tour'", disse o dirigente.

ESTELA SILVA/LUSA © LUSA / ESTELA SILVA ESTELA SILVA/LUSA

Miguel Franco de Sousa realçou, no quadro para o torneio, a presença de dois campeões de torneios do 'Grand Slam', o canadiano Mike Weir, vencedor do Masters de Augusta de 2003, e o escocês Paul Lawrie, que ganhou o British Open em 1999.

VR // NFO

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