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Reitor contra uniformização de conteúdos curriculares nas universidades angolanas

Logótipo de O Jogo O Jogo 10/07/2017 Administrator

O reitor da Universidade Gregório Semedo rejeita a possibilidade de uniformização de conteúdos curriculares nas instituições de ensino superior em Angola, admitindo apenas a "harmonização de algumas disciplinas", para garantir a "liberdade e competitividade" das instituições.

Em declarações à Lusa, José Lopes Semedo considerou que uma eventual uniformização de conteúdos, como tem sido admitido, não é recomendável, por atentar contra competitividade, autonomia e liberdade das instituições, recordando que a unificação não deve ser confundida "com harmonização".

"Eu não acredito que seja recomendável a uniformização dos conteúdos curriculares, isso é impossível porque não é recomendável", disse.

Neste processo de reestruturação do ensino superior angolano, o reitor daquela universidade disse ainda concordar apenas com a harmonização de algumas disciplinas e em alguns cursos transversais a todas as instituições em Angola.

"Ou seja, em determinados cursos teremos disciplinas que serão comuns, transversais a todas as instituições para que possa permitir maior mobilidade do corpo discente", explicou.

A harmonização de conteúdos curriculares nas instituições do Ensino Superior público e privado de Angola tem sido alvo de muitas abordagens no seio da comunidade académica do país, nomeadamente para garantir a qualidade no ensino.

A Lusa noticiou em junho que a secretária de Estado do Ensino Superior de Angola admitiu a existência de debilidades na investigação científica feita no país, afirmando ser esta uma das preocupações do setor, além de falta de equipamentos e laboratórios adequados.

Quanto à harmonização de conteúdos dos planos curriculares, Maria Augusta Martins disse na ocasião que está na forja um regulamento sobre normas gerais curriculares e pedagógicas.

O ano académico 2017 em Angola começou em março com um total de 65 universidades, sendo 24 universidades públicas e 41 privadas, com cerca de 230.000 estudantes.

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