Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Relatório admite possível uso excessivo da força contra refugiados de Calais

Logótipo de O Jogo O Jogo 24/10/2017 Administrator

Uma comissão oficial criada pelo governo francês admite a possibilidade de uso excessivo da força durante a ação policial contra os refugiados concentrados em Calais e Dunquerque e que pretendiam deslocar-se para o Reino Unido.

O relatório da comissão nomeada pela Inspeção Geral da Administração (IGA) e organismos equivalentes da Polícia Nacional e da Gendarmerie refere que são "plausíveis falhas na doutrina no uso da força e falhas na deontologia policial".

Em concreto, as infrações estão relacionadas com atos de "violência, uso desproporcionado de gás lacrimogéneo e destruição de bens dos emigrantes".

O documente refere também que os agentes não usavam as placas de identificação tal como indica o regulamento oficial.

O relatório tem como base "testemunhos orais e escritos", mas os autores do inquérito ressalvam que, apesar de tudo, "não se tratam de provas formais".

A investigação foi pedida em julho pelo ministro do Interior, Gérard Collomb, depois de denúncias da organização Human Rights Watch sobre o uso excessivo da força por parte da polícia contra os milhares de refugiados que se encontravam concentrados no norte de França.

Em 2016, nos acampamentos nos arredores de Calais encontravam-se concentradas mais de sete mil pessoas.

O Ministério do Interior já disse, entretanto, que os elementos contidos no relatório não permitem provar as "acusações mais fortes" que foram denunciadas pela Human Rights Watch.

O ministério acrescenta que os "possíveis abusos" não são sustentados por provas e não permitem questionar de forma conclusiva as forças que participaram na ação.

AdChoices
AdChoices

Mais de O Jogo

image beaconimage beaconimage beacon